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Cobardía

Patrícia Queiroz

Covardia

No Teu nome eu curei
No Teu nome vidas restaurei
No Teu nome muitos filhos
Como o pródigo arrependido
Devolvi às Suas mãos

Transformei noites sombrias
Em alegres e doces manhãs
Em Teu nome transportei
Das trevas pro Teu reino multidões

Quem estava em guerra era eu
Saqueando o inferno com o meu louvor a Deus
Enquanto eu adorava, o inimigo, covardemente
Acertou um dos meus

Quem estava em guerra era eu
Saqueando o inferno com o meu louvor a Deus
Enquanto eu adorava, o inimigo, covardemente
Acertou um dos meus

Mas eu não me dei por vencido
Não pensei em pedir trégua nem paz
Não baixei a minha guarda, estava decidido
Levantar bandeira branca, jamais

Não me rendo, não me entrego
Não me quebro, não desisto
Continuo a serviço do Rei
Não é chorando pelos cantos
Mas é de cabeça erguida
Que aguardo a providência de Deus

Ai daquele que tocar nos bens de um ungido
Melhor seria ele não ter nascido
Agora quem vai fundo nessa guerra fria
Pra acabar de vez com essa covardia é Deus

Quem estava em guerra era eu
Saqueando o inferno com o meu louvor a Deus
Enquanto eu adorava, o inimigo, covardemente
Acertou um dos meus

Quem estava em guerra era eu
Saqueando o inferno com o meu louvor a Deus
Enquanto eu adorava, o inimigo, covardemente
Acertou um dos meus
Mas eu não me dei por vencido
Não pensei em pedir trégua nem paz
Não baixei a minha guarda, estava decidido
Levantar bandeira branca, jamais

Não me rendo, não me entrego
Não me quebro, não desisto
Continuo a serviço do Rei
Não é chorando pelos cantos
Mas é de cabeça erguida
Que aguardo a providência de Deus
Ai daquele que tocar nos bens de um ungido
Melhor seria ele não ter nascido
Agora quem vai fundo nessa guerra fria
Pra acabar de vez com essa covardia é Deus
É Deus
É Deus

Cobardía

En tu nombre he sanado
En Tu nombre he restaurado vidas
En tu nombre muchos hijos
Como el pródigo arrepentido
Lo devolví a Sus manos

Me volví noches oscuras
En las mañanas felices y dulces
En Tu nombre he llevado
De las tinieblas a las multitudes de tu reino

Yo era el que estaba en guerra
Saqueo del infierno con mi alabanza a Dios
Mientras adoraba, el enemigo, cobarde
Golpeaste a uno de los míos

Yo era el que estaba en guerra
Saqueo del infierno con mi alabanza a Dios
Mientras adoraba, el enemigo, cobarde
Golpeaste a uno de los míos

Pero no me di por vencido
No pensé en pedir una tregua o paz
No bajé la guardia, estaba decidido
Levanta la bandera blanca, nunca

No me rindo, no me rindo
No rompo, no me rindo
Permanezco al servicio del Rey
No está llorando en las esquinas
Pero es con su cabeza en alto
Que espero la providencia de Dios

¡Ay del que toca los bienes de un ungido!
Sería mejor si no hubiera nacido
¿Quién se adentra en esta guerra fría?
Para poner fin a esta cobardía es Dios

Yo era el que estaba en guerra
Saqueo del infierno con mi alabanza a Dios
Mientras adoraba, el enemigo, cobarde
Golpeaste a uno de los míos

Yo era el que estaba en guerra
Saqueo del infierno con mi alabanza a Dios
Mientras adoraba, el enemigo, cobarde
Golpeaste a uno de los míos
Pero no me di por vencido
No pensé en pedir una tregua o paz
No bajé la guardia, estaba decidido
Levanta la bandera blanca, nunca

No me rindo, no me rindo
No rompo, no me rindo
Permanezco al servicio del Rey
No está llorando en las esquinas
Pero es con su cabeza en alto
Que espero la providencia de Dios
¡Ay del que toca los bienes de un ungido!
Sería mejor si no hubiera nacido
¿Quién se adentra en esta guerra fría?
Para poner fin a esta cobardía es Dios
Es Dios
Es Dios

Escrita por: Léa Mendonça