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Camiseta de Fuerza

Patrick Horla

Camisinha de Força

Fui considerado o cara mais louco do mundo
Por causa de distúrbios
Nunca me peguei fazendo romance profundo
Subúrbio, submundo
Guardei a fundo segredos que só eu sei
Juro que eu não contei
Descontei minha raiva na sua boca
Eu gozei, bati
Minha rola em todas louca
Avisei que dessa vez ia ser a queima roupa
Seu queima rosca
Eu sou a mosca se a sapa der sopa

Ah
Um líricismo assassino vivo
Tipo sinistro só que no aumentativo
Correndo risco sem correr do perigo
Rabisco livros
Lidos por mendigos
Escritos por espíritos malignos, amigo
Meu ritmo é o abrigo
Estado clínico nem ligo
Bendito seja
O declínio desta igreja
Do domínio pelo dízimo
Pragueja que no mínimo fraqueja
Vai

E antes que a mídia distorça
Antes que nós percamos a linha
Essa louca é uma galinha
Pra ela nos temos camisinhas de força
E antes que a mídia distorça os fatos
Antes que nós percamos a linha
Pra ninfa louca
É camisinha de força e louça, faca

É muita droga nesse crânio
Chaves de cadeia não é bolaños
Só orando sem urânio
Vai se ocultando
Arrepia a pele me escutando
É o horla entrando pelos poros cutâneos
Foda-se povos conterraneos
Hoje eles são da sua terra
E amanhã tão te enterrando
E na virilha o cilindro
Se tivesse com a quadrilha ia ser lindo

Tá me seguindo disvirtua
E se eu seguir de volta é na rua
Escolta vip na madruga
Se eu passar pano enxuga
E sem lágrima não há graça alguma
Nós é calmo quando fuma mas a raiva é uma enxaqueca
E sua cara só me lembra a seca
Minha voz difama
Quem vive de fama e fungo
Nós te defuma até virar defunto
Seu frango
Tá me olhando, parece que quer morar junto
Eu te confundo
Leitor de Barsa vira [?]
Trouxa

E antes que a mídia distorça
Antes que nós percamos a linha
Essa louca é uma galinha
Pra ela nos temos camisinhas de força
E antes que a mídia distorça os fatos
Antes que nós percamos a linha
Pra ninfa louca
É camisinha de força e louça, saca

Camiseta de Fuerza

Fui considerado el tipo más loco del mundo
Por disturbios
Nunca me atrapé en un romance profundo
Suburbio, submundo
Guardé profundamente secretos que solo yo sé
Juro que no conté
Descargué mi rabia en tu boca
Me vine, golpeé
Mi pene en todas locas
Advertí que esta vez iba a ser a quemarropa
Tu trasero
Soy la mosca si la rana da sopa

Ah
Un lirismo asesino vivo
Tipo siniestro pero en aumentativo
Corriendo riesgos sin huir del peligro
Rayo libros
Leídos por mendigos
Escritos por espíritus malignos, amigo
Mi ritmo es el refugio
Estado clínico, ni me importa
Bendito sea
El declive de esta iglesia
Del dominio por el diezmo
Maldice que como mínimo flaquea
Vamos

Y antes de que los medios distorsionen
Antes de que perdamos el rumbo
Esta loca es una gallina
Para ella tenemos camisetas de fuerza
Y antes de que los medios distorsionen los hechos
Antes de que perdamos el rumbo
Para la ninfa loca
Es camiseta de fuerza y loza, cuchillo

Hay mucha droga en este cráneo
Llaves de la cárcel no son de Bolaños
Solo rezando sin uranio
Se va ocultando
Piel erizada me escuchas
Es el horla entrando por los poros cutáneos
Que les den a los pueblos compatriotas
Hoy son de tu tierra
Y mañana te están enterrando
Y en la entrepierna el cilindro
Si estuviera con la pandilla sería genial

Me sigues desvirtuando
Y si te sigo de vuelta es en la calle
Escolta VIP en la madrugada
Si paso el trapo, seca
Y sin lágrimas no hay gracia alguna
Somos tranquilos cuando fumamos pero la rabia es una migraña
Y tu cara solo me recuerda la sequía
Mi voz difama
Quien vive de fama y hongos
Te desvanecemos hasta que te conviertas en difunto
Tu gallina
Me estás mirando, parece que quieres vivir juntos
Te confundo
Lector de Barsa se convierte en [?]
Tonto

Y antes de que los medios distorsionen
Antes de que perdamos el rumbo
Esta loca es una gallina
Para ella tenemos camisetas de fuerza
Y antes de que los medios distorsionen los hechos
Antes de que perdamos el rumbo
Para la ninfa loca
Es camiseta de fuerza y loza, ¿entiendes

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