Jeito De Mato / Céu Vermelho
Há uma estrada de pedra
Que passa na fazenda
É teu destino, é tua senda
Onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo
Que marcam tua história
Fogo que queima na memória
E acende os corações
Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar
Ah, ah, ah
Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras
Espumas ondas, águas do teu mar
Ah, ah, ah
Ê, laiá
Agora peço o teu perdão, o teu colinho
Pra que a gente possa então recomeçar
Ó, minha linda, olhe bem pros meus olhinhos
Tão rasos d’água de emoção por te encontrar
A cada passo que perdi pelas estradas
De solidão estou cansado de chorar
Mesmo distante não saiu do pensamento
Aquele doce do teu mel, do teu beijar
Lembro do tempo em que amávamos baixinho
Pra não deixar nenhum lençol nos invejar
Desde o momento em que nós nos separamos
Eu viajei no céu vermelho do penar
Agora peço o teu perdão, o teu colinho
Pra que a gente possa então recomeçar
Camino del Bosque / Cielo Rojo
Hay un camino de piedra
Que pasa en la granja
Es tu destino, es tu camino
Donde nacen tus canciones
Las tormentas del tiempo
Eso marca tu historia
Fuego que arde en la memoria
Y encender los corazones
Sí, de tus pies en la tierra hay flores
Tu voz suave alivia los dolores
Y extiende colores brillantes a través del aire
Oh, oh, oh, oh
Sí, de tus ojos vienen cascadas
Siete estanques, miel y travesuras
Olas de espuma, aguas de tu mar
Oh, oh, oh, oh
Sí, Laiah
Ahora te pido perdón, tu collar
Para que podamos empezar de nuevo
Oh, mi hermosa, mira mis ojitos
Agua tan poco profunda de emoción para encontrarte
Cada paso que he perdido en las carreteras
De soledad estoy cansado de llorar
Incluso distante no dejó el pensamiento
Ese dulce de tu miel, de tus besos
Recuerdo la época en que amábamos suavemente
Para que no nos envidien las sábanas
Desde el momento en que nos separamos
Viajé en el cielo rojo del penar
Ahora te pido perdón, tu collar
Para que podamos empezar de nuevo
Escrita por: Paula Fernandes