Bolero Negro
Tudo eu quis
Tua boca, teu bolero negro, teu olhar feliz
Eu quis viver
Cantando em tua orquestra de cristal
Igual sinto as curvas da tua paisagem
Entre minhas mãos
E em tuas mãos
Um pássaro sem nome vai cantando sob a luz
Por quantos versos vou te amar
Não sei agarrei
Teus cabelos de realidade pra não mais sonhar
Eu quis cantar
Mentiras com palavras sem razão
Chorar
O poema da nossa saudade
Entre os coqueirais
Não quero mais
Teu verso de bolero me esqueceu na solidão
Eu te perdi em minhas mãos
Talvez
Bolero Negro
Todo lo que quise
Tu boca, tu bolero negro, tu mirada feliz
Quise vivir
Cantando en tu orquesta de cristal
Siento igual las curvas de tu paisaje
Entre mis manos
Y en tus manos
Un pájaro sin nombre canta bajo la luz
Por cuántos versos te amaré
No sé, me aferré
A tus cabellos de realidad para no soñar más
Quise cantar
Mentiras con palabras sin razón
Llorar
El poema de nuestra nostalgia
Entre las palmeras
Ya no quiero
Tu verso de bolero me dejó en la soledad
Te perdí entre mis manos
Quizás
Escrita por: Dustan Gallas / Fausto Nilo