Abacateiro Tribunal
Amor
Eu te entreguei o meu chapéu (well)
De libélula, no tribunal (ual! Ual! )
Fora de um planejamento meu (só meu)
De brincar, de palhaço
No sistema
Andei pelo asfalto
Entrei na barca
De tanta dor (ô ô ô)
Porque de bagunça
E mentira (mentira)
Eu ganhei um troféu (é)
Mas no meu caderno
Na minha parede
Pelos meus sapatos
Estavam lá
Como um mural (ã aham)
E uma sorte se acendeu
Na minha bolsa (ouça)
Era a ideia
Que eu deixei
Pra você (meu bem)
Em cima do abacateiro
Que dá pra ver o Rio de Janeiro
Que dá pra ver até o nordeste inteiro
Que o ano só começa
Depois de fevereiro uh uh uh uh, uh uh uh uh, uh
Em cima do abacateiro
Que dá pra ver o Rio de Janeiro
Que dá pra ver até o nordeste inteiro
Que o ano só começa com amor, com amor ô
Em cima do abacateiro
Que dá pra ver o Rio de Janeiro
Que dá pra ver até o nordeste inteiro
Que o ano só começa
Depois de fevereiro
Tribunal del Aguacatero
Amor
Te entregué mi sombrero (bien)
De libélula, en el tribunal (¡ual! ¡ual!)
Fuera de mi planificación (solo mía)
De jugar, de payaso
En el sistema
Caminé por el asfalto
Subí al barco
De tanto dolor (ó ó ó)
Porque de desorden
Y mentira (mentira)
Gané un trofeo (es)
Pero en mi cuaderno
En mi pared
Por mis zapatos
Estaban allí
Como un mural (ñ aham)
Y una suerte se encendió
En mi bolso (escucha)
Era la idea
Que dejé
Para ti (mi amor)
En lo alto del aguacatero
Desde donde se ve Río de Janeiro
Desde donde se ve todo el noreste
Que el año solo comienza
Después de febrero, uh uh uh uh, uh uh uh uh, uh
En lo alto del aguacatero
Desde donde se ve Río de Janeiro
Desde donde se ve todo el noreste
Que el año solo comienza con amor, con amor, oh
En lo alto del aguacatero
Desde donde se ve Río de Janeiro
Desde donde se ve todo el noreste
Que el año solo comienza
Después de febrero