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Tatuajes

Paulinho Alma

Tatuagens

A estrada em que eu andei
Era tão empoeirada;
Quando eu vi o mar me apaixonei
Entendi que os meus caminhos
Só podiam dar em nada!

Onde, os sonhos que eu sonhei?
Talvez n'alguma "parada"
Quando eu vi o mar, naveguei
E entendi que os caminhos de Deus
É que eram minha estrada.

Quero tatuada em mim, agora, a sua lei
E cheirar o alvo pó da sua graça
Quero - mais do que na veia - o sangue que na cruz
O seu filho derramou
E sonhando o que é do céu, quero andar na luz!
Se o querer não é de Deus não vale nada

O velho tênis que eu usava
Pro meu pé não serve mais
É que eu vi o mar!
Me tornei pescador!
...E homens assim têm novos ideais!

O que eu sou nasceu de novo
O homem que eu era se foi
Quando eu vi o mar, me lavei
E entendi que as coisas de Deus
Não se deixa pra depois.

Tatuajes

El camino por el que caminé
Estaba tan polvoriento;
Cuando vi el mar, me enamoré
Entendí que mis caminos
Solo podían llevar a la nada!

¿Dónde están los sueños que soñé?
Quizás en alguna 'parada'
Cuando vi el mar, navegué
Y entendí que los caminos de Dios
Eran mi camino.

Quiero tatuada en mí, ahora, su ley
Y oler el blanco polvo de su gracia
Quiero - más que en la vena - la sangre que en la cruz
Su hijo derramó
Y soñando con lo celestial, ¡quiero andar en la luz!
Si el deseo no es de Dios, no vale nada.

Las viejas zapatillas que usaba
Ya no me sirven más
¡Es que vi el mar!
¡Me convertí en pescador!
...Y hombres así tienen nuevos ideales!

Lo que soy nació de nuevo
El hombre que era se fue
Cuando vi el mar, me lavé
Y entendí que las cosas de Dios
No se dejan para después.

Escrita por: Mauro Bacci / Paulinho Alma