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Corriente

Paulinho Kokay

Banzeiro

Sou cantador de muito longe
Eu sou das bandas de lá
Eu sou de onde o sol se esconde
Pra lua poder brilhar

Eu me vejo a remar
Sentado na proa da vida
E no remanso dessas águas
Procuro a memória perdida

Banzeiro vem, banzeiro vai
Banzeiro vem, banzeiro vai

Violeiro do universo
Sou poeta cantador
Faço história nos meus versos
Canto a vida, canto o amor

Banzeiro vem, banzeiro vai
Banzeiro vem, banzeiro vai

Vou remando mundo afora
Levo a vida a navegar
Violeiro não tem hora
E nem tem dia pra cantar

Banzeiro vem, banzeiro vai
Banzeiro vem, banzeiro vai

Sou cantador de muito longe
Eu sou das bandas de lá
Eu sou de onde o sol se esconde
Pra lua poder brilhar (bis)

Corriente

Soy cantor de muy lejos
Soy de aquellos lados
Soy de donde se esconde el sol
Para que la luna pueda brillar

Me veo remando
Sentado en la proa de la vida
Y en la calma de esas aguas
Busco la memoria perdida

Corriente viene, corriente va
Corriente viene, corriente va

Guitarrista del universo
Soy poeta cantor
Hago historia en mis versos
Canto la vida, canto el amor

Corriente viene, corriente va
Corriente viene, corriente va

Remando mundo adelante
Llevo la vida navegando
El guitarrista no tiene hora
Ni tiene día para cantar

Corriente viene, corriente va
Corriente viene, corriente va

Soy cantor de muy lejos
Soy de aquellos lados
Soy de donde se esconde el sol
Para que la luna pueda brillar (bis)

Escrita por: José Roberto Bessa / Paulinho Kokay