Sou Estranho
Não sou de ligar
Nem de sair da cama
Quando o que me chama
Se apresenta drama
Não sou de eletrizar
Nem de falar de amor
Quando a minha dor
Revela-se em torpor
Sou de me entocar
Quando choro canções
Quando perco paixões
E mergulho em ilusões
Sou de sumir
Sem sequer dar um sinal
Eu não faço social
Não me culpe, afinal
Eu sei, sou muito estranho
Mas nem tente me entender
Me tire fora desse sonho
Te proponho me esquecer
Por isso não me chame,
Não me espere, não reclame
Pois, não vou a lugar nenhum
Por isso não me chame,
Não me espere, não reclame
Pois, não vou a lugar nenhum
Não vou, não vou, não vou...
Soy Extraño
No suelo llamar
Ni levantarme de la cama
Cuando lo que me llama
Se convierte en drama
No suelo emocionarme
Ni hablar de amor
Cuando mi dolor
Se revela en letargo
Suelo esconderme
Cuando lloro canciones
Cuando pierdo pasiones
Y me sumerjo en ilusiones
Suelo desaparecer
Sin siquiera dar una señal
No soy sociable
No me culpes, después de todo
Sé que soy muy extraño
Pero ni lo intentes entender
Sácame de este sueño
Te propongo olvidarme
Por eso no me llames,
No me esperes, no te quejes
Porque no voy a ningún lado
Por eso no me llames,
No me esperes, no te quejes
Porque no voy a ningún lado
No voy, no voy, no voy...
Escrita por: Paulinho Kokay