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Rita Lee - La Patrona de la Libertad

Paulinho Mocidade

Rita Lee - A Padroeira da Liberdade

Alô, alô
Como vai, tudo bem?
Aqui quem fala é da terra!
Eu sou a estrela da Vila Vintém
Você, estrela eterna
Da liberdade imaculada
Identidade escandalizada
Dizem que tenho mania de você
Ovelha negra dessa gente
Careta, intransigente
Te chama de louca, não sabe o que diz
Loucura é não ser feliz!

Venenosa eh, eh, eh, eh, eh
Erva venenosa eh, eh, eh
Vem tocar meu chocalho cascavel
O veneno é cruel!

Mocidade eh, eh, eh, eh, eh
Minha Mocidade eh, eh, eh
Vim tocar seu chocalho cascavel
O veneno é cruel!

Mocinha, me dá o prazer de ter prazer comigo?
Não tem mistério!
Pelada, pintada de verde, na sua tribo
É caso sério!
Vem cá, meu bem
Me beija à luz da lua
A imensidão é Samba e Roque Enrow
Me vira de ponta-cabeça, me enche de amor
A gente delira, por telepatia
Encontro dos atros, feitiço fatal!
Não quero luxo, nem lixo
Então me provoque
Eu quero gozar no final!

Eu não sou puta, nem sou freira
Santa Profana, a Padroeira
Desculpe o auê, ardente é o querer
Agora só falta você!

Rita Lee - La Patrona de la Libertad

¡Hola, hola!
¿Cómo vas, todo bien?
¡Aquí habla alguien de la tierra!
Soy la estrella de la Villa Vintém.
Tú, estrella eterna
De la libertad inmaculada.
Identidad escandalizada.
Dicen que tengo una obsesión contigo.
Oveja negra de esta gente,
Rígida, intransigente.
Te llaman loca, no saben lo que dicen.
¡Locura es no ser feliz!

¡Venenosa eh, eh, eh, eh, eh!
¡Hierba venenosa eh, eh, eh!
Ven a tocar mi sonaja de cascabel.
¡El veneno es cruel!

¡Juventud eh, eh, eh, eh, eh!
Mi Juventud eh, eh, eh!
Vine a tocar tu sonaja de cascabel.
¡El veneno es cruel!

Chica, ¿me das el placer de disfrutar conmigo?
¡No hay misterio!
Desnuda, pintada de verde, en tu tribu.
¡Es un caso serio!
Ven aquí, cariño,
Bésame a la luz de la luna.
La inmensidad es Samba y Rock Enrow.
Dame la vuelta, lléname de amor.
Nosotros deliramos, por telepatía.
Encuentro de astros, ¡hechizo fatal!
No quiero lujo, ni basura,
¡Así que provócame!
¡Quiero gozar al final!

No soy puta, ni soy monja,
Santa Profana, la Patrona.
Perdona el alboroto, ardiente es el deseo.
¡Ahora solo faltas tú!

Escrita por: Paulinho Mocidade, Trivella, Sandra Sá, Lico Monteiro, Gabriel Teixeira, Rodrigo Feiju, Gabriel Simões, Tamyres Ayres, Christiane