Adereço de Mão
Caramba que frevo doido
Doído prazer
De morrer e de querer
Me perder nesse estado
Louco e desvairado
Suado de amor
Quase desanco e desmaio
Que raio me dá
De pular de me acabar
Me virar pelo avesso
Pareço um travesso
Adereço de mão
Na aflição do cordão que vulcão
Coração folião
Se não dá mais pra entender
Vou deixar esse frevo ferver
E queimar
Caramba que frevo doido
De costas de frente
A gente cai e se distrai
Vem e vai quando sai
Fica assim
Feito herói tudo dói
Tudo bem tudo nem
Tem razão de parar
Caramba que frevo doido
Doído prazer
De morrer e de querer
Me virar pelo avesso
Pareço um travesso
Adereço de mão
Adorno de Mano
Caray, qué baile loco
Placer doloroso
De morir y de querer
Perderme en este estado
Loco y desquiciado
Sudado de amor
Casi desmayo
Qué diablos me pasa
Saltar y acabar
Darme vuelta del revés
Parezco un travieso
Adorno de mano
En la aflicción del cordón que volcán
Corazón fiestero
Si ya no se puede entender más
Dejaré que este baile loco hierva
Y arda
Caray, qué baile loco
De espaldas y de frente
Caemos y nos distraemos
Viene y va cuando se va
Queda así
Como un héroe, todo duele
Todo bien, todo ni
Tiene razón de parar
Caray, qué baile loco
Placer doloroso
De morir y de querer
Darme vuelta del revés
Parezco un travieso
Adorno de mano
Escrita por: Paulinho Tapajós / Ronaldo Nascimento