A Vaca Foi Pro Brejo
Ah! Hoje a vaca foi pro brejo
Eu agora vou viver em paz
Ficou pra trás
Toda aquela estupidez
Foi de uma vez
Já foi tarde
Vê se fica, não volta jamais
Que eu até te apaguei no cartaz
Ah! Hoje a vaca foi pro brejo
Vou poder comemorar demais
Ficou pra trás
O seu jeito ditador ameaçador tão animal
A mania de ofender, de gritar de xingar
De saber ser boçal
Até que enfim
O teu plano desabou deu cupim
Teu filme queimou tá queimado
Teu nome já está deletado
Procura teu gado vai comer capim
Sai de mim
Ah! Hoje a vaca foi pro brejo
Eu agora vou viver em paz
Sai satanás
Leva aquela morbidez
Vai de uma vez
Já vai tarde
Vê se fica não volta jamais
Que eu até te apaguei no cartaz
Ah! Hoje a vaca foi pro brejo
Vou poder comemorar demais
Levou meus ais
Com seu jeito aterrador, acusador descomunal
A mania de ofender , de gritar, de xingar
De saber ser boçal
Até que enfim
O teu plano desabou deu cupim
Teu filme queimou tá queimado
Teu nome já está deletado
Procura teu gado vai comer capim
Sai de mim
Ah! Hoje a vaca foi pro brejo
Vou poder comemorar demais
Ficou pra trás
O seu jeito ditador ameaçador tão animal
A mania de ofender, de gritar de xingar
De saber ser bossal
Melhor assim, longe de mim
Come o teu capim até o fim
La Vaca Se Fue al Barranco
¡Ah! Hoy la vaca se fue al barranco
Ahora podré vivir en paz
Quedó atrás
Toda esa estupidez
Fue de una vez
Ya era hora
A ver si te quedas, no vuelvas jamás
Hasta te borré del cartel
¡Ah! Hoy la vaca se fue al barranco
Podré celebrar mucho
Quedó atrás
Tu manera dictatorial amenazante tan animal
La manía de ofender, de gritar, de insultar
De saber ser grosero
Por fin
Tu plan se derrumbó, se llenó de termitas
Tu película se quemó, está quemada
Tu nombre ya está borrado
Ve a buscar a tu ganado, que coma pasto
¡Fuera de mí!
¡Ah! Hoy la vaca se fue al barranco
Ahora podré vivir en paz
Vete, Satanás
Lleva esa morbosidad
Vete de una vez
Ya era hora
A ver si te quedas, no vuelvas jamás
Hasta te borré del cartel
¡Ah! Hoy la vaca se fue al barranco
Podré celebrar mucho
Se llevó mis penas
Con tu manera aterradora, acusadora descomunal
La manía de ofender, de gritar, de insultar
De saber ser grosero
Por fin
Tu plan se derrumbó, se llenó de termitas
Tu película se quemó, está quemada
Tu nombre ya está borrado
Ve a buscar a tu ganado, que coma pasto
¡Fuera de mí!
¡Ah! Hoy la vaca se fue al barranco
Podré celebrar mucho
Quedó atrás
Tu manera dictatorial amenazante tan animal
La manía de ofender, de gritar, de insultar
De saber ser grosero
Mejor así, lejos de mí
Come tu pasto hasta el final
Escrita por: Marcelo Lessa / Paulinho Tapajós / Queca Vieira