Velhice da Porta-bandeira
Ela renunciou
A Mangueira saiu, ela ficou
Era porta-bandeira
Desde a primeira vez
Por que terá sido isso que ela fez?
Não, ninguém saberá
Ela se demitiu, outra virá
Ninguém a viu chorando
Coisa tão singular
Quando a bandeira tremeu no ar
Ô... quando toda avenida sambou
O seu mundo desmoronou
Ela se emocionou
Perto dela ela ouviu, alguém gritou:
"Viva a porta-bandeira",
"Sou eu", ela pensou
Mas foi a outra quem se curvou
Ô... quando toda avenida sambou
O seu mundo desmoronou
Ô... quando a porta-bandeira passou
Quem viu
Ela se levantou e aplaudiu
Vejez de la Portaestandarte
Ella renunció
Mangueira se fue, ella se quedó
Era portaestandarte
Desde la primera vez
¿Por qué habrá hecho eso?
Nadie lo sabrá
Ella renunció, vendrá otra
Nadie la vio llorar
Algo tan singular
Cuando la bandera ondeó en el aire
Oh... cuando toda la avenida bailó
Su mundo se derrumbó
Ella se emocionó
Cerca de ella escuchó a alguien gritar:
'Viva la portaestandarte',
'Soy yo', pensó ella
Pero fue la otra quien se inclinó
Oh... cuando toda la avenida bailó
Su mundo se derrumbó
Oh... cuando la portaestandarte pasó
Quien la vio
Ella se levantó y aplaudió
Escrita por: Eduardo Gudin / Paulo César Pinheiro