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Canoë

Paulo Diniz

Canoeiro

Vai canoeiro, vai canoar
Vai canoeiro, canoeirar
Leito do rio pra Iemanjá
Leva teu canto, teu patuá

Canoeiro, a sorte se avista no norte
Canoeiro, o vento te arrasta pra lá
Canoeiro vai
Canoeiro vem

Tem o peito bronze
Queimado de Sol e coberto de fé
Dá amor até
A quem lhe negou

Tem o peito bronze
Queimado de Sol e coberto de fé
Canoeiro vai
Canoeiro vem

Vai canoeiro, vai canoar
Vai canoeiro, canoeirar

Vai canoeiro, vai
Vai canoeirar

Vai canoeiro, vai irmão
Vai canoeiro, vai
Vai canoeirar

Vai canoeiro, vai
Vai canoeirar
Vai canoneiro

Vai canoeiro, vai
Vai canoeirar

Canoë

Vas canoë, vas pagayer
Vas canoë, canoërer
Lit du fleuve pour Iemanjá
Emporte ton chant, ton talisman

Canoë, la chance se profile au nord
Canoë, le vent t'emporte là-bas
Canoë va
Canoë vient

A le torse en bronze
Brûlé par le soleil et couvert de foi
Donne de l'amour même
À ceux qui l'ont renié

A le torse en bronze
Brûlé par le soleil et couvert de foi
Canoë va
Canoë vient

Vas canoë, vas pagayer
Vas canoë, canoërer

Vas canoë, vas
Vas canoërer

Vas canoë, vas frère
Vas canoë, vas
Vas canoërer

Vas canoë, vas
Vas canoërer
Vas canoë

Vas canoë, vas
Vas canoërer

Escrita por: Paulo Diniz, Odibar