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Poema Para el Espíritu

Paulo Marr

Poema Para o Espírito

Meus olhos já não se contentam
Com a beleza do jardim
Dissipam-se as palavras
Em querelas frugais de um encanto
Que agora está ausente

Gemidos de meu espírito
Ecoando na madrugada
Silenciando as cantorias selvagens
Há liberdade na natureza
Eu invejo

Teço minhas memórias
Em palavras rebuscadas
Que se alimentam do meu coração
Enquanto tropego caminho os dias
A espera de alguém
Que nunca se foi

Poema Para el Espíritu

Mis ojos ya no se conforman
Con la belleza del jardín
Se disipan las palabras
En discusiones frívolas de un encanto
Que ahora está ausente

Gemidos de mi espíritu
Resonando en la madrugada
Silenciando los cantos salvajes
Hay libertad en la naturaleza
Yo envidio

Tejo mis recuerdos
Con palabras elaboradas
Que se alimentan de mi corazón
Mientras tropiezo en los días
Esperando a alguien
Que nunca se fue

Escrita por: Paulo Marr