Gauchada do Meu Pago
Gauchada do meu pago
Povo alegre e companheiro
Aceitem um forte abraço
Deste gaúcho altaneiro
Gaudério desde moço
Não me assusta cara feia
Assim eu enfrento a vida
Topando qualquer peleia
Assim eu enfrento a vida
Topando qualquer peleia
Gosto de montar num potro
Pra ginetear em torneio
Esticar bem o meu laço
Nas guampas de um boi ligeiro
E mais tarde pego a gaita
Aproveitando a sesteada
Eu toco e canto os meus versos
Alegrando a gauchada
Eu toco e canto os meus versos
Alegrando a gauchada
Também gosto de carreira
E uma prenda no galpão
Cantar versos de improviso
E pontear meu violão
Porém o que eu gosto mais
É da prendinha faceira
Que pealou meu coração
Lá pras bandas da fronteira
Que pealou meu coração
Lá pras bandas da fronteira
O índio pra ser gaúcho
E ser tradicionalista
Deve saber dançar o xotes
Vaneirão e a chimarrita
Também deve ser honesto
Amigo e trabalhador
Levar a vida descente
Ter fé em nosso senhor
Levar a vida descente
Ter fé em nosso senhor
Hazaña de mi Pago
Hazaña de mi pago
Gente alegre y compañera
Reciban un fuerte abrazo
De este gaúcho altanero
Gaucho desde joven
No me asusta una cara fea
Así enfrento la vida
Afrontando cualquier pelea
Así enfrento la vida
Afrontando cualquier pelea
Me gusta montar un potro
Para jinetear en torneos
Estirar bien mi lazo
En las astas de un toro ligero
Y más tarde agarro la gaita
Aprovechando la siesta
Toco y canto mis versos
Alegrando a la gauchada
Toco y canto mis versos
Alegrando a la gauchada
También me gusta la carrera
Y una prenda en el galpón
Cantar versos improvisados
Y puntear mi guitarra
Pero lo que más me gusta
Es la chica coqueta
Que robó mi corazón
Por esos lados de la frontera
Que robó mi corazón
Por esos lados de la frontera
El indio para ser gaucho
Y ser tradicionalista
Debe saber bailar xotes
Vaneirão y la chamarrita
También debe ser honesto
Amigo y trabajador
Llevar una vida decente
Tener fe en nuestro señor
Llevar una vida decente
Tener fe en nuestro señor
Escrita por: Paulo Siqueira