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Pobre de Mí

Peão Carreiro e Mulatinho

Pobre de Mim

Você jurou que me amava tanto
E não gostava de mais ninguém
Logo em seguida me desprezou
E se casou com um outro alguém

Pobre de mim que fui acreditar
Num coração enganador
Agora vivo aqui sozinho
Abandonado, sem teus carinhos
Quase morrendo de dor

Pra mim o mundo já não é mais mundo
Eu já não gosto mais da vida
Em ver quem amo em outros braços
Ao Pai Supremo um pedido eu faço
Pra dar-me a morte como guarida

Você jurou que me amava tanto
E não gostava de mais ninguém
Logo em seguida me desprezou
E se casou com um outro alguém

Pobre de mim que fui acreditar
Num coração enganador
Agora vivo aqui sozinho
Abandonado, sem teus carinhos
Quase morrendo de dor

Pra mim o mundo já não é mais mundo
Eu já não gosto mais da vida
Em ver quem amo em outros braços
Ao Pai Supremo um pedido eu faço
Pra dar-me a morte como guarida

Pobre de Mí

Juraste que me amabas tanto
Y no te gustaba nadie más
Pero luego me despreciaste
Y te casaste con alguien más

Pobre de mí que creí
En un corazón engañoso
Ahora vivo aquí solo
Abandonado, sin tus caricias
Casi muriendo de dolor

Para mí, el mundo ya no es mundo
Ya no disfruto de la vida
Al ver a quien amo en otros brazos
Al Padre Supremo le hago una petición
Para que me dé la muerte como refugio

Juraste que me amabas tanto
Y no te gustaba nadie más
Pero luego me despreciaste
Y te casaste con alguien más

Pobre de mí que creí
En un corazón engañoso
Ahora vivo aquí solo
Abandonado, sin tus caricias
Casi muriendo de dolor

Para mí, el mundo ya no es mundo
Ya no disfruto de la vida
Al ver a quien amo en otros brazos
Al Padre Supremo le hago una petición
Para que me dé la muerte como refugio

Escrita por: Peao Carreiro / Praense