Lamento De Carreiro
Saudade, quanta saudade
De um carro de boi cantando
Subindo e descendo serra
Muita carga carregando
Vai boiada, vai boiada
Era o grito do carreiro, nas estradas
Vai boiada, vai boiada, vai boiada
Chora o mestre carreiro
Lamentando a evolução
Seu carro não mais cantou
Emudecendo o sertão
Vai boiada, vai boiada
Era o grito do carreiro, nas estradas
Vai boiada, vai boiada, vai boiada
Eu era ainda criança
Mas me lembro muito bem
As coisas da nossa terra
Que hoje o sertão não tem
Vai boiada, vai boiada
Era o grito do carreiro, nas estradas
Vai boiada, vai boiada, vai boiada
Klage des Fuhrmanns
Sehnsucht, so viel Sehnsucht
Nach einem Ochsenwagen, der singt
Bergauf und bergab, die Last tragend
Viel Fracht, die er transportiert
Komm, Viehherde, komm, Viehherde
So klang der Ruf des Fuhrmanns, auf den Straßen
Komm, Viehherde, komm, Viehherde, komm, Viehherde
Weint der Meisterfuhrmann
Trauert der Veränderung
Sein Wagen hat nicht mehr gesungen
Der Sertão verstummt
Komm, Viehherde, komm, Viehherde
So klang der Ruf des Fuhrmanns, auf den Straßen
Komm, Viehherde, komm, Viehherde, komm, Viehherde
Ich war noch ein Kind
Doch ich erinnere mich gut
An die Dinge aus unserem Land
Die der Sertão heute nicht mehr hat
Komm, Viehherde, komm, Viehherde
So klang der Ruf des Fuhrmanns, auf den Straßen
Komm, Viehherde, komm, Viehherde, komm, Viehherde