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Malabarista 2 (part. Brasileiro)

Pecaos

Malabarista 2 (part. Brasileiro)

Não corro atrás do que me deixa pra trás
Desconfio se a esmola é demais
Eu sentir na pele, isso que fez ser eficaz
Me envolvi demais, me apeguei demais
E além do mais já não sei mais o que fazer

Não tem pra onde correr
Minha cabeça me leva pra lugares nada a vê
Diferente dos olhares, eu posso me ver do avesso
Entre questões respiro, paro, aperto outro e recomeço

Pergunta retórica, no estado líquido, que fala é sólida
A verdade dói, estressa igual cólica
Fora da órbita
As melhores ideias tive fora da órbita
Longe do alcance de sua antena parabólica
Trabalho duro pra não virar tendência entre os hipócritas
Só de pensar por mim já tô contrariando a lógica

Não me encaixo em seus padrões, eu sou minha própria forma
A mesma mão que te levanta é a que desfia a corda
Algo me diz: Acorda, a casa tá alagada
De tantas marcas e lembranças navegando em náusea
Hoje eu volto pra casa, mas não com a mesma fome
Com a nova guia estralando no meu smartphone
A mente igual um drone, tô rompendo o limite
O peito a mais de nove graus sob a escala Richter

Então vai, mas não vai pra tão longe
Gosto quando a gente fica perto
Se quiser me encontrar me fala onde

Vai, mas não vai pra tão longe
Gosto quando a gente fica perto
Se quiser me encontrar me fala onde

Auto diagnóstico, agnóstico
Falha no sistema imunológico
Eu fugi do seu zoológico
Tipo Scooby-Doo, o final era óbvio
Mas o sabe tudo desconhece o código

Minha Zona Sul
Trevas, trevos, treinos e traves
Bêbado pra conseguir lidar com o que o sóbrio não sabe
Mudam-se os trincos e não viram-se as chaves

Vivendo no automático
Bipolar como esse período climático
Monocromático
Pela captura de um instante exato
Indústria nos confunde com seus frames de plástico
Cansado do seu rap Society
Mesmos costumes nova interface
Um brinde a modernidade
Lembranças são apenas backups
Meu cérebro confunde ao processar tantas imagens

Não tem pra onde correr
Minha cabeça me leva pra lugares nada a vê
Diferente dos olhares, eu posso me ver do avesso
Entre questões respiro, paro, aperto outro e recomeço

Não tem pra onde correr
Minha cabeça me leva pra lugares nada a vê
Diferente dos olhares, eu posso me ver do avesso
Entre questões respiro, paro, aperto outro e recomeço

Malabarista 2 (part. Brasileiro)

No corro tras de lo que me deja atrás
Desconfío si la limosna es de más
Lo sentí en la piel, eso que hizo ser eficaz
Me involucré de más, me apegué de más
Y además ya no sé más qué hacer

No hay a dónde correr
Mi cabeza me lleva a lugares que no tienen sentido
Diferente de las miradas, puedo verme al revés
Entre preguntas respiro, paro, aprieto otro y empiezo de nuevo

Pregunta retórica, en estado líquido, lo que habla es sólido
La verdad duele, estresa igual que una cólica
Fuera de la órbita
Las mejores ideas las tuve fuera de la órbita
Lejos del alcance de tu antena parabólica
Trabajo duro para no convertirme en tendencia entre los hipócritas
Solo de pensar por mí ya estoy contradiciendo la lógica

No encajo en tus patrones, soy mi propia forma
La misma mano que te levanta es la que desata la cuerda
Algo me dice: Despierta, la casa está inundada
De tantas marcas y recuerdos navegando en náuseas
Hoy vuelvo a casa, pero no con el mismo hambre
Con la nueva guía sonando en mi smartphone
La mente como un dron, estoy rompiendo el límite
El pecho a más de nueve grados en la escala Richter

Entonces ve, pero no te vayas tan lejos
Me gusta cuando estamos cerca
Si quieres encontrarme, dime dónde

Ve, pero no te vayas tan lejos
Me gusta cuando estamos cerca
Si quieres encontrarme, dime dónde

Autodiagnóstico, agnóstico
Falla en el sistema inmunológico
Me escapé de tu zoológico
Como Scooby-Doo, el final era obvio
Pero el que lo sabe todo desconoce el código

Mi Zona Sur
Tinieblas, tréboles, entrenamientos y traves
Borrach@ para poder lidiar con lo que el sobrio no sabe
Cambian los trincos y no se giran las llaves

Viviendo en automático
Bipolar como este periodo climático
Monocromático
Por la captura de un instante exacto
La industria nos confunde con sus frames de plástico
Cansado de tu rap Society
Mismos costumbres, nueva interfaz
Un brindis a la modernidad
Los recuerdos son solo backups
Mi cerebro se confunde al procesar tantas imágenes

No hay a dónde correr
Mi cabeza me lleva a lugares que no tienen sentido
Diferente de las miradas, puedo verme al revés
Entre preguntas respiro, paro, aprieto otro y empiezo de nuevo

No hay a dónde correr
Mi cabeza me lleva a lugares que no tienen sentido
Diferente de las miradas, puedo verme al revés
Entre preguntas respiro, paro, aprieto otro y empiezo de nuevo

Escrita por: Brasileiro, Pecaos