Navegando
Eu perdi, a gravidade nesse sofá
Quis ao certo tempo parar
Fui até as estrelas
E não sai do lugar
Navegando...Navegando....Navegando
Não, não eu sei que não
E não adianta me avisar
Que é cedo...
Dia sim, dia não e ainda não sei
A solidão é um doce castigo
Mas eu sei, no fundo eu podia te procurar
Pensei: "Só uma vez, não faz mal a ninguém"
De onde vem, essa vontade de me torturar
Outro dia nesse sofá, me pergunto onde minha cabeça está?
Navegando...Navegando...Navegando
Não, não eu sei que não
Ninguém aqui vai arruinar
Meu sossego...
Dia dia, dia não e até pode ser
Que eu esteja o tempo todo no limbo...
Navegando
Perdí la gravedad en este sofá
Quise detenerme en el tiempo exacto
Fui hasta las estrellas
Y no me moví del lugar
Navegando... Navegando... Navegando
No, sé que no
Y no sirve de nada advertirme
Que es temprano...
Día sí, día no y aún no sé
La soledad es un dulce castigo
Pero sé, en el fondo podría buscarte
Pensé: 'Solo una vez, no le hace daño a nadie'
De dónde viene, esta necesidad de torturarme
Otro día en este sofá, me pregunto dónde está mi cabeza?
Navegando... Navegando... Navegando
No, sé que no
Nadie aquí va a arruinar
Mi tranquilidad...
Día a día, día no y tal vez
Que esté todo el tiempo en el limbo...
Escrita por: Diogo Lanini / Eduardo Goulart / Marcelo Furtado / Vitor Knop