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Dos Balazos

Pedro Bento e Zé da Estrada

Dois Balaços

Companheirada quero beber quero gritar
Hoje é o último dia, colegas de boemia sozinho vão ficar.
Breve estarei longe daqui já reservei dois balaços;
Diga pra aquela fingida
Que findarei minha vida para não ver em outros braços.

Peço que na minha campa
Não tenha ninguém, nem flores plantada;
Que vermes destruam o boêmio
Que vive a esmo no mundo sem nada.

Dos Balazos

Compañeros quiero beber, quiero gritar
Hoy es el último día, compañeros de juerga se quedarán solos.
Pronto estaré lejos de aquí, ya reservé dos balazos;
Dile a esa fingida
Que terminaré mi vida para no verla en otros brazos.

Pido que en mi tumba
No haya nadie, ni flores plantadas;
Que los gusanos destruyan al bohemio
Que vive a la deriva en un mundo sin nada.

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