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Polilla de Amor

Pedro Bento e Zé da Estrada

Mariposa do Amor

Não sei por que é que eu vivo tão errado
Traindo sempre a companheira do meu lar
Sinto vergonha e reconheço o meu pecado
Mas assim mesmo eu não sei me controlar.

As mariposas tem em mim uma influência
E na clemência da esposa que eu adoro
Sinto remorso dos meus atos praticados
Disfarço a mágoa, nesta hora então eu choro.

Gosto da minha inseparável companheira
Somente à ela é que eu amo com ardor
Mas, como a abelha rouba o mel de flor em flor
As mariposas do meu peito roubam amor.

Polilla de Amor

No sé por qué vivo tan mal
Siempre traicionando al compañero de mi casa
Me siento avergonzado y reconozco mi pecado
Pero aún no sé cómo controlarme

Las polillas tienen influencia en mí
Y en la misericordia de la esposa adoro
Siento remordimiento por mis actos
Disfrazo mi dolor a esta hora y lloro

Me gusta mi compañero inseparable
Sólo a ella la amo con ardor
Pero a medida que la abeja roba miel de flor en flor
Las polillas en mi pecho roban el amor

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