395px

No me censures

Pedro Bento e Zé da Estrada

Não Me Censure

Não me censure por que estou bebendo
Não me pergunte por que estou penando
Quero contar a minha magoa
Nesta canção, ai, ai, ai, que canto chorando

Acabei de ver nos braços de outro
Aquela mulher que eu tanto amei
Dizem que homem não chora
Mas eu confesso que não suportei

Uma paixão é doída
E desprezo maltrata
Hoje me entrego a bebida
E a culpa é somente, ai, ai, ai, daquela ingrata

No me censures

No me censures por estar tomando
No me preguntes por qué estoy sufriendo
Quiero contar mi dolor
En esta canción, ay, ay, ay, que canto llorando

Acabo de ver en los brazos de otro
A esa mujer que tanto amé
Dicen que los hombres no lloran
Pero confieso que no lo soporté

Una pasión duele
Y el desprecio lastima
Hoy me entrego a la bebida
Y la culpa es solamente, ay, ay, ay, de esa ingrata

Escrita por: Sebastião Aurélio