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Rey de los Toreros (part. Celinho)

Pedro Bento e Zé da Estrada

Rei Dos Toureiros (part. Celinho)

Nasceu em São Clemente
Um touro valente e matador
Seu nome era Gitano
Em toda a Espanha causava pavor

Panchito, toureiro afamado
Foi sorteado pra ser peleador
Gitano naquela arena
Cinco toureiro matou

Naquela tarde fria
O povo se reunia
A praça da touro lotou
Panchito rezando
E o povo gritando
Solta o matador

(Oh! Virgem de Guadalupe
Olhai a este toureiro
Que a ti pede uma graça
Não deixe que este teu filho
Morra sem teu auxilio
Tombando, tombando aqui nesta praça)

Ao som de uma trombeta
Levantou uma nuvem preta
Bravo Gitano avançou
Com cinco taqueada
Gravou sua espada
Bravo, bravo Gitano tombou

Rey de los Toreros (part. Celinho)

Nacido en São Clemente
Un toro valiente y matador
Su nombre era Gitano
En toda España causaba terror

Panchito, torero famoso
Fue sorteado para luchar
Gitano en esa arena
Mató a cinco toreros

En esa tarde fría
La gente se reunía
La plaza de toros se llenó
Panchito rezando
Y la gente gritando
¡Suelta al matador!

(¡Oh! Virgen de Guadalupe
Mira a este torero
Que te pide una gracia
No dejes que este hijo tuyo
Muera sin tu ayuda
Cayendo, cayendo aquí en esta plaza)

Al sonido de una trompeta
Se levantó una nube negra
Valiente Gitano avanzó
Con cinco estocadas
Grabó su espada
Valiente, valiente Gitano cayó

Escrita por: Jovino Leone / Pedro Bento