Violeiro Malcriado
Ai, um dia deste passado
Ai, uma carta eu recebi
Ai, a pessoa que escreveu
O endereço não me deu
Por isso eu não respondi
Ai, mas eu fiquei desconfiado
Que é um violeiro malcriado
Sou capaz de garantir
Ai, que é um violeiro malcriado
Ai, sou capaz de garantir
Ai, na carta ele me xingou
De medo não assinou
E a letra eu não reconheci
Ai, do jeito que eu interpreto
Ele é um analfabeto
E agora tem que me ouvir
Ai, ele é um analfabeto
Ai, agora tem que me ouvir
Ai, porque não sou assassino
Quando escrevo eu assino
Estudei e aprendi
Ai, seja cedo ou mais tarde
O nome desse covarde
Eu quero descobrir
Ai, o nome desse covarde
Ai, ainda quero descobrir
Ai, fique ciente que eu não brigo
Se quiser cantar comigo
Apareça por aqui
Ai, que eu sou cantador educado
E a peteca do meu lado
Ainda não deixei cair
Ai, violeiro sem educação
Que dá o tapa e esconde a mão
Não vá dizer que eu corri
Ai, terminando agora eu digo
Me desculpe meus amigos
Se alguém eu ofendi
Ai, terminando agora eu digo
Me desculpe meus amigos
Se alguém eu ofendi
Violeiro Malcriado
Ay, un día de estos pasados
Ay, una carta recibí
Ay, la persona que escribió
No me dio la dirección
Por eso no respondí
Ay, pero quedé desconfiado
Que es un violeiro malcriado
Puedo asegurarlo
Ay, que es un violeiro malcriado
Ay, puedo asegurarlo
Ay, en la carta me insultó
No firmó por miedo
Y no reconocí la letra
Ay, por cómo lo interpreto
Es un analfabeto
Y ahora tiene que escucharme
Ay, es un analfabeto
Ay, ahora tiene que escucharme
Ay, porque no soy asesino
Cuando escribo, firmo
Estudié y aprendí
Ay, sea temprano o tarde
Quiero descubrir
El nombre de este cobarde
Ay, el nombre de este cobarde
Ay, aún quiero descubrir
Ay, ten en cuenta que no peleo
Si quieres cantar conmigo
Aparece por aquí
Ay, soy un cantor educado
Y la petaca a mi lado
Aún no he dejado caer
Ay, violeiro sin educación
Que golpea y esconde la mano
No digas que corrí
Ay, terminando ahora digo
Disculpen amigos míos
Si a alguien ofendí
Ay, terminando ahora digo
Disculpen amigos míos
Si a alguien ofendí
Escrita por: Ado Benatti / Compadre Juvenal / Roque De Almeida