Ponto de Fuga
Corra dessa zorra, porra!
Alguém que nos socorra agora
Chora e vai embora, mas não fique aqui
Trágico e só comemora do lado de fora
Do lado de dentro implora, perto de explodir
Expansão do sentimento, ilusão do tempo
Todo o sofrimento, ensinamentos que nos faz cair
Dentro desse quarto, peito grita farto
Tudo isso guardo e disfarço pra vê-la sorrir
Fugir pra me encontrar, outra vez, todos mês, sou freguês
Desse mesmo bar
Nada mais é como antes
Tô diferente e ninguém entende
Mano, deixa eu me acostumar
A me perder, sou apto
Capítulo imprevisível
Incrível seria, mas como poderia
Nessas condições?
Algo que torne mais visível toda essa agonia
Já é meio dia, aí, como eu queria
Ela todo dia pra me receber
O universo disse não pode
Vê se pode? Pode pa!
Que isso fode com a mente do ser
Sem problemas dou um ligue em outra
Que me dá mó sopa, pra eu me curar
Vou estudar essa dama bela, sem caô com ela
Que ela sabe bem nosso lugar
Antes de la paranóia, nóia para com essas drogas
Elas querem te destruir
Vão consumir a sua saúde, seu dinheiro
Sem tempo e sem argumento
Pra aqueles que querem te ver sorrir
Não vou vender a ilusão
Isso não! Quero não!
Tão pisando em vocês pra conseguir subir
Mundo cão, homem fraco, olhar opaco, limitado
Ao que nos fizeram acreditar
Na tela um cartão postal, reflete depressão
Se comparando ao que não tem comparação
Palavras do Chorão, se perdem em algoritmos
Vou me encontrando em ritmos
Dados críticos tem algo a dizer
Mas não adianta berrar, se ninguém quer saber
Dados críticos tem algo a dizer
Mas não adianta chorar, se ninguém quer saber
Punto de Fuga
¡Corre de esta maldita mierda, carajo!
Alguien que nos socorra ahora
Llora y lárgate, pero no te quedes aquí
Trágico y solo celebra afuera
Dentro suplica, a punto de explotar
Expansión del sentimiento, ilusión del tiempo
Todo el sufrimiento, enseñanzas que nos hacen caer
Dentro de esta habitación, el pecho grita lleno
Todo esto guardo y disimulo para verla sonreír
Escapar para encontrarme, otra vez, cada mes, soy cliente
De este mismo bar
Nada es como antes
Estoy diferente y nadie entiende
Mano, déjame acostumbrarme
A perderme, soy apto
Capítulo impredecible
Sería increíble, pero ¿cómo podría
En estas condiciones?
Algo que haga más visible toda esta agonía
Ya es mediodía, ahí, cómo quisiera
Que ella estuviera todos los días para recibirme
El universo dijo que no puede
¿Puedes creerlo? ¡Claro que sí!
Esto jode con la mente del ser
Sin problemas, me comunico con otra
Que me da buena onda, para sanar
Voy a estudiar a esta dama hermosa, sin rollos con ella
Porque ella sabe bien nuestro lugar
Antes de la paranoia, basta con esas drogas
Quieren destruirte
Van a consumir tu salud, tu dinero
Sin tiempo y sin argumento
Para aquellos que quieren verte sonreír
No voy a vender la ilusión
¡No quiero eso!
Te están pisoteando para poder ascender
Mundo perro, hombre débil, mirada opaca, limitada
A lo que nos hicieron creer
En la pantalla una postal, refleja depresión
Comparándose con lo incomparable
Palabras de Chorão, se pierden en algoritmos
Me encuentro en ritmos
Los datos críticos tienen algo que decir
Pero no sirve gritar si a nadie le importa
Los datos críticos tienen algo que decir
Pero no sirve llorar si a nadie le importa