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Gritos de Libertad

Pedro Valdéras e Grupo Chimango

Gritos de Liberdade

Minuano tironeando a venta dos tauras
Relincho de baguais faíscas ao vento
O brado terrunho do punho farrapo
Num bate cascos medonho ao relento

Peleando em favor da pampa
A pilcha sovada em tiras
Marcando fronteira provou lealdade
Livrando os trastes da campa
Na ventania rusguenta
Pranchando adaga a gritos de liberdade

Vento, cavalo, peão
Marcas de cascos no chão
Fronteiras em marcação
Nosso ideal meu rincão

Em noites em que o minuano
Assusta os cavalos
Escuto o tropel dos centauros posteiros
Almas charruas cavalgam coxilhas
Guardando as fronteiras do sul brasileiro

Peleando em favor da pampa
A pilcha sovada em tiras
Marcando fronteira provou lealdade
Livrando os trastes da campa
Na ventania rusguenta
Pranchando adaga a gritos de liberdade

Vento, cavalo, peão
Marcas de cascos no chão
Fronteiras em marcação
Nosso ideal meu rincão

Gritos de Libertad

Minuano tironeando la venta de dos toros
Relincho de baguales chispas al viento
El grito terruñero del puño andrajo
En un golpear de cascos aterrador al relente

Luchando en favor de la pampa
La vestimenta desgarrada en tiras
Marcando frontera probó lealtad
Librando los enseres de la campa
En la ventisca ruidosa
Afilando daga a gritos de libertad

Viento, caballo, peón
Marcas de cascos en el suelo
Fronteras marcadas
Nuestro ideal, mi rincón

En noches en que el minuano
Asusta a los caballos
Escucho el tropel de los centauros postillones
Almas charrúas cabalgan las lomas
Guardando las fronteras del sur brasileño

Luchando en favor de la pampa
La vestimenta desgarrada en tiras
Marcando frontera probó lealtad
Librando los enseres de la campa
En la ventisca ruidosa
Afilando daga a gritos de libertad

Viento, caballo, peón
Marcas de cascos en el suelo
Fronteras marcadas
Nuestro ideal, mi rincón

Escrita por: Régis Marques