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Efímero

Peixelétrico

Fugaz

Nada é completo nada satisfaz
Somos só espectros de flôres sem raiz
Teus olhos nem brilhavam tanto
Tu já não vês onde vais
Há tantos versos outros e depois só áis

O que inebria e deixa tonto
Por vezes é o que traz paz
Mas sempre fica a dor atroz
De nadar nadar nadar nadar

E nunca estar próximo ao cais
Nadar nadar nadar nadar
E nunca estar próximo ao cais

Nadar nadar nadar...

O que faremos quando cessar o espanto
E quando não nos tivermos mais
E se descobrirmos
Que a causa dos nossos desencontros
É que o amor é mesmo assim fugaz

Efímero

Nada es completo, nada satisface
Solo somos espectros de flores sin raíces
Tus ojos ya no brillan tanto
Ya no ves hacia dónde vas
Hay tantos versos otros y luego solo suspiros

Lo que embriaga y deja aturdido
A veces es lo que trae paz
Pero siempre queda el dolor atroz
De nadar, nadar, nadar, nadar
Y nunca estar cerca del muelle
Nadar, nadar, nadar, nadar
Y nunca estar cerca del muelle

Nadar, nadar, nadar...

¿Qué haremos cuando cese el espanto?
Y cuando ya no estemos más
Y si descubrimos
Que la causa de nuestros desencuentros
Es que el amor es realmente así de efímero

Escrita por: Ricardo Trip