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Profano

Pensão Flor

Profano

Vem, quero beijar-te o corpo
Quero provar-te o gosto
Querp rasgar-te a pele
Soltar-te o corpo em mim

Que te faço tão profano
Soldado do meu ventre
Que emudece à minha frente
As regras deste amor

Vem pedir-me a preceito
Que te possua em desejo
Que te consuma nesse leito
E desse jeito que é teu

Quando me devoras os sentidos
E me pedes aos ouvidos
Que te amarra, te prenda,
Te bata, te faça assim mulher vulgar

Vem beijar este meu corpo
Vem provar deste meu gosto
Vem rasgar esta pele
E soltar o meu corpo em ti

Que me faço tão profana
Desejo desse teu corpo
Que emudece à tua frente
As regras deste amor

Quero pedir-te a preceito
Que me consumas em desejo
Que me consumas nesse leito
E desse jeito que é teu

Que me devoras os sentidos
Quero pedir-te aos ouvidos
Que me amarres, me prendas,
Me batas, me faças assim mulher vulgar

Profano

Vamos, quiero besarte el cuerpo
Quiero probar tu sabor
Quiero rasgar tu piel
Soltar tu cuerpo en mí

Lo que te hago tan profano
Soldado de mi vientre
Que se calla frente a mí
Las reglas de este amor

Ven y pídemelo con precisión
Que te posea con deseo
Que te consuma en esa cama
Y de esa manera que es tuya

Cuando devoras mis sentidos
Y me pides al oído
Que te ate, te sujete,
Te golpee, te haga así mujer vulgar

Ven a besar este cuerpo mío
Ven a probar este sabor mío
Ven a rasgar esta piel
Y soltar mi cuerpo en ti

Lo que hago tan profano
Deseo de ese cuerpo tuyo
Que se calla frente a ti
Las reglas de este amor

Quiero pedirte con precisión
Que me consumas con deseo
Que me consumas en esa cama
Y de esa manera que es tuya

Que devoras mis sentidos
Quiero pedírtelo al oído
Que me ates, me sujetes,
Me golpees, me hagas así mujer vulgar

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