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Amor App.

Pêra Illipronti

Amor App.

E se o amor fosse um aplicativo
Se aborrecendo sem fins lucrativos
Palavras éticas pra um compromisso
Eu nem dei, nem cobrei, só tô assumindo esse risco

Salubridade de um eterno abismo
Eficiente como um feitiço
Falência nata de um precipício
Nem estar, só levar o que for infinito

Me leva pra outro rumo que hoje eu to além
Saudade na cabeça e você nem vem
Compondo controversas pra viver por quem?
Tá comigo!

Pode parar
Me faz no balanceio nêga
Me culpa por ser leigo e vem cá
Consumindo contextos pra amar

Pode parar
Me faz no balanceio nêga
Me culpa por ser leigo e vem cá
Consumindo contextos pra amar

Poemas claros, copo, cerveja e um vaso
Até breve ou logo, eu to ligado!
Que o mesmo estrago, é relativo por ser finito
Ou infinito ao sentimento escasso
Eu to sentado e tenho prazos
Pra ligar pros advogados
Divorcio nada amigável
Perdendo a casa o carro
Amor que o seguro não cobre por ter modificado
Alterado do começo ao fim
Apólices confusas pra mim
Eu penso assim
Que se sentimento comprasse
Processaria todos fabricantes
Por não ter garantia e nem amostra grátis
Quilates
Scotch aumente o SIDE!
Que o bourbon acabou e eu to sem nave
Tudo é prazer e devoção
Ninguém entende nada de arte
Só entende de visualização

Todos querem ser amados
Mas a grande maioria se esquece de amar
Aplicativos, uniram amores
Mas nem um deles, te ensinou a amar

Pode parar
Me faz no balanceio nêga
Me culpa por ser leigo e vem cá
Consumindo contextos pra amar

Pode parar
Me faz no balanceio nêga
Me culpa por ser leigo e vem cá
Consumindo contextos pra amar

Amor App.

Y si el amor fuera una aplicación
Molestando sin fines lucrativos
Palabras éticas para un compromiso
Ni pedí, ni exigí, solo estoy asumiendo este riesgo

Salubridad de un abismo eterno
Eficiente como un hechizo
Quiebra natural de un precipicio
No estar, solo llevar lo que sea infinito

Llévame a otro rumbo que hoy estoy más allá
La nostalgia en la cabeza y tú ni vienes
Componiendo controversias para vivir por quién
¡Está conmigo!

Detente
Hazme balancear, negra
Me culpas por ser ingenuo y ven aquí
Consumiendo contextos para amar

Detente
Hazme balancear, negra
Me culpas por ser ingenuo y ven aquí
Consumiendo contextos para amar

Poemas claros, vaso, cerveza y un vaso
Hasta pronto o luego, ¡estoy al tanto!
Que el mismo daño es relativo por ser finito
O infinito al sentimiento escaso
Estoy sentado y tengo plazos
Para llamar a los abogados
Un divorcio nada amigable
Perdiendo la casa y el auto
Amor que el seguro no cubre por haber modificado
Alterado desde el principio hasta el final
Pólizas confusas para mí
Pienso así
Que si los sentimientos se pudieran comprar
Demandaría a todos los fabricantes
Por no tener garantía ni muestra gratis
Quilates
¡Escocés aumenta el LADO!
Que el bourbon se acabó y estoy sin nave
Todo es placer y devoción
Nadie entiende nada de arte
Solo entiende de visualización

Todos quieren ser amados
Pero la gran mayoría se olvida de amar
Las aplicaciones unieron amores
Pero ninguna de ellas te enseñó a amar

Detente
Hazme balancear, negra
Me culpas por ser ingenuo y ven aquí
Consumiendo contextos para amar

Detente
Hazme balancear, negra
Me culpas por ser ingenuo y ven aquí
Consumiendo contextos para amar

Escrita por: Pêra Illipronti