Primeiro de Abril
Eu não acredito naquele sujeito
Que fala por todos não sendo eleito
Eu não acredito e só argumento
Palavra é vento que sai pelo assento
Ou da boca do pintor, da boca do encanador
Da boca do vendedor, da boca do corretor
Sai da boca do vereador, da boca do comedor
Da boca do caçador, da boca do pescador
Presidente falou, veio o galo e cantou e a história repetiu
Ela me prometeu, mas na hora não deu, que primeiro de abril
O herói que correu, pela boca morreu, quem prestou juramento
É então que repito, palavra é apito, que sai pelo assento
Ou da boca do pintor, da boca do encanador
Da boca do vendedor, da boca do corretor
Sai da boca do vereador, da boca do comedor
Da boca do caçador, da boca do pescador
Sai da boca do pintor, da boca do encanador
Da boca do vendedor, da boca do corretor
Sai da boca do vereador, da boca do comedor
Da boca do caçador, da boca do pescador
Primero de Abril
Yo no creo en ese tipo
Que habla por todos sin ser elegido
Yo no creo y solo argumento
Palabra es viento que sale por el asiento
O de la boca del pintor, de la boca del plomero
De la boca del vendedor, de la boca del corredor
Sale de la boca del concejal, de la boca del comedor
De la boca del cazador, de la boca del pescador
El presidente habló, vino el gallo y cantó y la historia se repitió
Ella me prometió, pero a la hora no dio, que primero de abril
El héroe que corrió, por la boca murió, quien prestó juramento
Es entonces que repito, palabra es pito, que sale por el asiento
O de la boca del pintor, de la boca del plomero
De la boca del vendedor, de la boca del corredor
Sale de la boca del concejal, de la boca del comedor
De la boca del cazador, de la boca del pescador
Sale de la boca del pintor, de la boca del plomero
De la boca del vendedor, de la boca del corredor
Sale de la boca del concejal, de la boca del comedor
De la boca del cazador, de la boca del pescador
Escrita por: Flavio Mesquita / Vital Mancini