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A un Alien alienado de piel y hueso

Pernamuamba

A Um Alien Alienado De Pele e Osso

A um Alien alienado de pele e osso

Sou de pele sou de aço sou cristalino
Rezo e peço a Quitéria que zele meu destino
Sou irmão sou de ouro sou menino
Viajo sozinho no terreiro

Sou de abril de março fevereiro
De Capiba carnaval o ano inteiro
Sou de pele de osso de janeiro
Nordestino é Jackson do pandeiro

Sou Nana sou João Gilberto
Sou capeta no meio dos inferno
Sou Jesus de braços abertos
Eu sou de pele e osso
Eu sou honesto

Ergo as pernas para enxergar mais alto
As estrelas escondidas no espaço
Mas a terra também tem seu fracasso
De habitantes e tristes desordeiros

Que onde passa deixa o seu rastro de pólvora
Erguendo sua bandeira de bosta
A querer forçar o mundo inteiro
esquecer de ser gente e ser hipócrita

A un Alien alienado de piel y hueso

A un Alien alienado de piel y hueso

Soy de piel, soy de acero, soy cristalino
Rezo y pido a Quitéria que cuide mi destino
Soy hermano, soy de oro, soy niño
Viajo solo en el patio

Soy de abril, de marzo, de febrero
De Capiba, carnaval todo el año
Soy de piel, de hueso, de enero
Nordestino es Jackson do pandeiro

Soy Nana, soy João Gilberto
Soy diablo en medio del infierno
Soy Jesús con los brazos abiertos
Soy de piel y hueso
Soy honesto

Levanto las piernas para ver más alto
Las estrellas escondidas en el espacio
Pero la tierra también tiene su fracaso
Con habitantes y tristes alborotadores

Que donde pasan dejan su rastro de pólvora
Izando su bandera de mierda
Queriendo forzar al mundo entero
Olvidando ser gente y siendo hipócrita

Escrita por: Christóvão Euzébio