Brilho Eterno
Às vezes falo coisas que não coincidem com a realidade
Realidade proposta por você
Idealizando impeço as vontades e me afasto das verdades que eu ainda não conheço
A consciência de que meu espaço é curto me faz viajar
Pela minha mente e ao meu redor
Abrindo portas e trilhando caminhos tão diferentes do ponto em que parti
Das raízes do peito às janelas do pensamento
Do que dá asas aos olhos e o que alimenta os medos
Quem deixou no porto as pedras que afundavam o barco
E quem fez casa nas nuvens apesar das tempestades?
A consciência de que meu espaço é curto me faz viajar
Pela minha mente pra saber que eu sou
Pra saber quem eu sou
E eu não sei quem eu sou
E agora estamos mais uma vez aqui
Interpretando o tempo
Aprendendo e esquecendo
A decifrar o caos
E a sentir os movimentos do fluxo do ser
Brillo Eterno
A veces digo cosas que no coinciden con la realidad
La realidad propuesta por ti
Idealizando impido los deseos y me alejo de las verdades que aún no conozco
La conciencia de que mi espacio es limitado me hace viajar
Por mi mente y a mi alrededor
Abriendo puertas y recorriendo caminos tan diferentes del punto en que partí
Desde las raíces del pecho hasta las ventanas del pensamiento
De lo que da alas a los ojos y lo que alimenta los miedos
¿Quién dejó en el puerto las piedras que hundían el barco?
¿Y quién construyó casa en las nubes a pesar de las tormentas?
La conciencia de que mi espacio es limitado me hace viajar
Por mi mente para saber quién soy
Para saber quién soy
Y no sé quién soy
Y ahora estamos una vez más aquí
Interpretando el tiempo
Aprendiendo y olvidando
A descifrar el caos
Y a sentir los movimientos del flujo del ser
Escrita por: Cristian Diego de Azevedo Telles / Eduardo Mac-Eachen / Gabriel Amaral / Rafael Martha