O céu mudou de cor quando o toque aconteceu
Um sussurro do abismo que a sorte escolheu
Selene era o nome, o brilho da manhã
Até que o Caos a marcou com sua marca vilã
As sombras se enrolam no seu caminhar
Um peso invisível que tenta a sufocar
Mas no fundo dos olhos, onde o medo reside
Existe uma chama que o escuro não inibe
Eles chamam por Phantasmatic, um nome de terror
Mas por trás do fantasma, ainda existe o amor
Ela sente a força, o vazio a chamar
Mas escolhe o caminho de quem vai se salvar
Eu sou o Caos que aprendeu a curar
A tempestade que o Sol vai atravessar
Podem me chamar de Phantasmatic agora
Mas é a minha alma que decide a aurora
Eu vou transformar essa maldição
Na batida mais forte do meu coração
As mãos que destroem são as mesmas que guiam
No rastro do medo, as flores ansiam
Ela luta com monstros que ninguém pode ver
O preço do bem é o próprio sofrer
Cada passo é uma guerra contra o que se tornou
Mas o brilho de Selene nunca se apagou
Ela usa o estilhaço, a poeira e o breu
Pra construir um castelo que o destino negou
O Caos diz: Destrua
Selene diz: Vou erguer
O Caos diz: Se renda
Ela diz: Vou vencer
Não sou mais a vítima, sou o próprio poder
A marca no peito me faz renascer
Eu sou o Caos que aprendeu a curar
A tempestade que o Sol vai atravessar
Podem me chamar de Phantasmatic agora
Mas é a minha alma que decide a aurora
Eu vou transformar essa maldição
Na batida mais forte do meu coração
Selene, Phantasmatic
Luz no meio do nada
A maldição, agora é minha estrada
O som do violão desaparece lentamente