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Carne y Hueso

Picassos Falsos

Carne e Osso

Você é minha cadeia enjaulado fico preso no seu corpo
Você me caça em suas teias como seu escravo
Selvagem não me canso
Pra que fugir me entregar é a única saída
Como seu escravo me perdi na sua selva
O meu coração o meu coração preso nessa cela abre as pernas
Da sua paixão
O mundo anda mal mas sou eu que não presto

Sou resto
De uma idéia
De uma nova rebeldia
O povo dessa selva se balança de alegria
Vejo a tristeza se encharcar de euforia
Bamba balança balança suas rédeas querem o meu leite o suor das minhas tetas

Você me encontrou e fechou todas as portas bebe do meu leite do suor das minhas tetas
O meu coração o meu coração preso nessa cela abre as pernas
Da sua paixão
Enquanto feras estão soltas você me tortura a cada carência
E a cada violento arranhão
Se pensa que isso é paixão esqueça
Certas coisas não se sentem só no coração
Será que alguém entende o meu amor

Você deve compreender o meu estranho jeito
De ser demente escravo do seu corpo
Ou também acha esse o meu maior defeito?
O meu coração o meu coração preso nessa cela abre as pernas
Da sua paixão
Se você jurar que me tem amor
Eu posso me regenerar
Mas se é para fingir, mulher
A orgia assim não vou deixar

Vou ver Cristina
Vou ver Cristina
Vou ver Cristina
Vou ver Cristina

Carne y Hueso

Eres mi cadena, encerrado estoy en tu cuerpo
Me cazas en tus redes como tu esclavo
Salvaje, no me canso
¿Para qué huir? Rendirme es la única salida
Como tu esclavo, me perdí en tu selva
Mi corazón, mi corazón, atrapado en esta celda, abre las piernas
De tu pasión
El mundo está mal, pero soy yo el que no sirve

Soy resto
De una idea
De una nueva rebeldía
El pueblo de esta selva se mueve de alegría
Veo la tristeza empaparse de euforia
Bamba, mueve, mueve tus riendas, quieren mi leche, el sudor de mis tetas

Me encontraste y cerraste todas las puertas, bebes de mi leche, del sudor de mis tetas
Mi corazón, mi corazón, atrapado en esta celda, abre las piernas
De tu pasión
Mientras las bestias están sueltas, me torturas con cada necesidad
Y con cada violento rasguño
Si piensas que esto es amor, olvídalo
Ciertas cosas no se sienten solo en el corazón
¿Alguien entiende mi amor?

Debes comprender mi extraño modo
De ser, demente, esclavo de tu cuerpo
¿O también crees que ese es mi mayor defecto?
Mi corazón, mi corazón, atrapado en esta celda, abre las piernas
De tu pasión
Si juras que me amas
Puedo regenerarme
Pero si es para fingir, mujer
La orgía así no la voy a dejar

Voy a ver a Cristina
Voy a ver a Cristina
Voy a ver a Cristina
Voy a ver a Cristina

Escrita por: Abílio / Caíca / Humberto Effe / Luiz Gustavo