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Hasta luego São Paulo

Pinto do Acordeon

Até Logo São Paulo

Não fico aqui não, não, não, não
Não fico aqui não
Vou pegar minha sanfona,
O zabumba e o triângulo e dar no pé para o sertão
Não fico aqui não, não, não, não
Não fico aqui não
Vou embora pra minha terra
Porque lá não vejo guerra e saio dessa poluição

Até logo São Paulo, Até Logo
A saudade me afoga eu não posso ficar aqui
Quando me lembro do riacho to tatu
Eu e ela e viola no tronco do mulumbu
Quando eu me lembro do forró lá na cacimba
No zabumba nego chimba, no triangulo nego Zé
Tem cachorrinho que pedia uma rancheira
Animava a brincadeira e saia batendo o pé

Hasta luego São Paulo

No me quedo aquí, no, no, no, no
No me quedo aquí
Voy a tomar mi acordeón,
el tambor y el triángulo y me voy al sertão
No me quedo aquí, no, no, no, no
No me quedo aquí
Me voy de vuelta a mi tierra
Porque allá no veo guerra y escapo de esta contaminación

Hasta luego São Paulo, Hasta luego
La nostalgia me ahoga, no puedo quedarme aquí
Cuando recuerdo el arroyo del tatu
Yo y ella y la guitarra en el tronco del mulumbu
Cuando recuerdo el forró allá en la cacimba
En el tambor está Nego Chimba, en el triángulo está Nego Zé
Hay un perrito que pedía una ranchera
Animaba la fiesta y salía bailando

Escrita por: Ferreira Pinto