Sumo de Mim
Eu sou escravo das patas do meu cavalo
Onde elas batem também bate o meu destino
Vou feito a luz rompendo auroras do futuro
Meu canto é puro, meu galope um desatino.
A fé que trago embandeirada no peito
Torna meu jeito abagualado mais sereno
E o meu sorriso se concebe a cada passo
Quando me alço e de horizontes me enveneno
E hei, vida vê, que sina de louco
Eu falo pouco, paro tanto, que conheço
E tenho visto tanta coisa nesse mundo
Que sei ao fundo o que sou e o que pareço
Pareço o vento sem saber pra onde vou,
Mas chego sempre onde preciso me achegar,
Talvez por força de algum Deus
Peregrino como eu
Ou pelo tino, sumo e volto a me encontrar
Jugo de Mí
Soy esclavo de las patas de mi caballo
Donde pisan, también pisa mi destino
Voy como la luz rompiendo amaneceres del futuro
Mi canto es puro, mi galope una locura.
La fe que llevo enarbolada en el pecho
Hace mi forma de ser más sosegada
Y mi sonrisa se concibe en cada paso
Cuando me elevo y enveneno de horizontes.
Y hey, vida ve, qué destino de loco
Hablo poco, paro tanto, que conozco
Y he visto tantas cosas en este mundo
Que sé en el fondo lo que soy y lo que parezco.
Parezco el viento sin saber a dónde voy,
Pero siempre llego donde necesito estar,
Quizás por la fuerza de algún Dios
Peregrino como yo
O por el instinto, me sumo y vuelvo a encontrarme
Escrita por: Ângelo Franco / Pirisca Grecco / Tulio Urach