Boneco de Engonço
Eu não vim aqui
Engolir seus conselhos
Nem vim cair de joelhos
Despejando seu orvalho
Eu não quero nem saber
Só sei que não sei o que fazer
Na trilha que traçaram pra você
Pois o meu caminho
Eu faço sozinho
Digo o que penso
Às vezes pago o preço
Mais não vou seguir a matilha
Como um boneco de engonço
Que se possa manusear
Manipular
Eu não vim aqui
Implorar seus trocados
Nem sou o abençoado
Que veio tirar os pecados
Também não vendo perdão
Nem quero ser perdoado
Por esse pseudo-cristão
Pois o meu caminho
Eu faço sozinho
Digo o que penso
Às vezes pago o preço
Mais não vou seguir a matilha
Como um boneco de engonço
Que se possa manusear
Manipular
Títere de Engonço
No vine aquí
A tragarme tus consejos
Ni a caer de rodillas
Recibiendo tu rocío
No quiero ni enterarme
Solo sé que no sé qué hacer
En el camino que trazaron para ti
Porque mi camino
Lo hago solo
Digo lo que pienso
A veces pago el precio
Pero no seguiré a la manada
Como un títere de engonço
Que se pueda manipular
Manejar
No vine aquí
A mendigar tus monedas
Ni soy el bendecido
Que vino a quitar los pecados
Tampoco vendo perdón
Ni quiero ser perdonado
Por este seudo-cristiano
Porque mi camino
Lo hago solo
Digo lo que pienso
A veces pago el precio
Pero no seguiré a la manada
Como un títere de engonço
Que se pueda manipular
Manejar
Escrita por: Rogério Rangell