República
De que vale a livre escolha se não temos opção
Ser alheio ou submisso não é ter opinião
E agradeço o seu desprezo como prova de afeição
O que sempre lhe desejo tenho pela contramão
O seu mundo está fechado já não há o que fazer
Só lhe sirvo de artifício que lhe cobre de poder
Sou escravo de um passado que eu mesmo nem vivi
Me corrompe esta certeza de morrer sem existir
E agradeço o seu desprezo como prova de afeição
O que sempre lhe desejo tenho pela contramão
O seu mundo está fechado já não há o que fazer
Só lhe sirvo de artifício que lhe cobre de poder
República
¿De qué sirve la libre elección si no tenemos opción?
Ser ajeno o sumiso no es tener opinión
Y agradezco tu desprecio como prueba de afecto
Lo que siempre te deseo lo tengo en sentido contrario
Tu mundo está cerrado, ya no hay nada que hacer
Solo sirvo como artificio que te cubre de poder
Soy esclavo de un pasado que ni siquiera viví
Esta certeza de morir sin existir me corrompe
Y agradezco tu desprecio como prueba de afecto
Lo que siempre te deseo lo tengo en sentido contrario
Tu mundo está cerrado, ya no hay nada que hacer
Solo sirvo como artificio que te cubre de poder
Escrita por: Serginho Zanne