A Janela
Hoje ao revirar em volta dos meus poros
Achei você guardada debaixo do meu colchão
E a certeza de que tinha saído
E a certeza de que tinha levado emprestado ou roubado os meus discos
Me deixando faminto
Agora eu tenho a solução
Eu vou usar a janela
Eu vou usar a janela
As minhas asas estão mais firmes
Eu já tô quase curado da gripe
Quando acabar as chuvas de verão
Daqui de cima a vista é muito louca
Eu nunca mais quero ver você tão séria
Mas se colar eu te levo comigo na boa
Eu quero ver você sorrindo à toa
Bem vinda a minha janela
Bem vinda a minha janela
Meus sonhos nem sempre são coloridos
Por isso quero você sempre comigo
Como cor ativa a óleo, como curativo
Em telas de algodão
Meus sonhos, nem sempre são coloridos
La Ventana
Hoy al revolver alrededor de mis poros
Te encontré guardada debajo de mi colchón
Y la certeza de que te habías ido
Y la certeza de que habías tomado prestados o robado mis discos
Dejándome hambriento
Ahora tengo la solución
Voy a usar la ventana
Voy a usar la ventana
Mis alas están más firmes
Ya casi estoy curado de la gripe
Cuando terminen las lluvias de verano
Desde arriba la vista es muy loca
Nunca más quiero verte tan seria
Pero si te animas, te llevo conmigo sin problemas
Quiero verte sonriendo a lo loco
Bienvenida a mi ventana
Bienvenida a mi ventana
Mis sueños no siempre son coloridos
Por eso te quiero siempre conmigo
Como color activo al óleo, como curativo
En lienzos de algodón
Mis sueños, no siempre son coloridos
Escrita por: Clovis Rodrigues