Visão Agalopada
Nunca sai da minha mente, do meu pensamento
Brilho reluzente, fogo incandescente
Em meios as fronteiras do desconhecido
Viajei dentro de um sonho ou da razão!?
Com a certeza que pra mim. Não foi um sonho
Era tarde de domingo eu escutei!
Trombetas, trovões com medo parei
Uma voz que dizia: Vem e vê!
Perplexo me deparei com aquele ser
Por caminhos desconhecidos caminhei
Num cavalo vermelho
Por terras caminhamos
E uma terça parte da terra
Virou sangue
Num cavalo vermelho
Por terras caminhamos
E uma terça parte da terra
Virou sangue
Dogmas, paradigmas ao fogo trazido
Separando joio do trigo
Profecias são ditas para serem cumpridas
Qual verdade habita no teu coração?
Você está pronto? O final vem aí!
Você tem lanternas para escuridão?
E esse ser de luz
Que por mares e terras
Comigo caminhou
E esse universo paralelo
Estranho, insano
Que ele me levou
Mostrou-me a verdade
Ou loucura da minha parte!?
Só sei que não foi sonho, fantasia, insanidade
Eu digo a você! Foi pura realidade
Visión Galopante
Nunca sale de mi mente, de mi pensamiento
Brillo reluciente, fuego incandescente
En medio de las fronteras de lo desconocido
¿Viajé dentro de un sueño o de la razón?
Con la certeza de que para mí. No fue un sueño
Era tarde de domingo, escuché!
Trompetas, truenos con miedo me detuve
Una voz que decía: ¡Ven y ve!
Perplejo me encontré con aquel ser
Por caminos desconocidos caminé
En un caballo rojo
Por tierras caminamos
Y una tercera parte de la tierra
Se convirtió en sangre
En un caballo rojo
Por tierras caminamos
Y una tercera parte de la tierra
Se convirtió en sangre
Dogmas, paradigmas al fuego traído
Separando la paja del trigo
Profecías son dichas para ser cumplidas
¿Qué verdad habita en tu corazón?
¿Estás listo? ¡El final está cerca!
¿Tienes linternas para la oscuridad?
Y ese ser de luz
Que por mares y tierras
Caminó conmigo
Y ese universo paralelo
Extraño, insano
Que él me llevó
Me mostró la verdad
¿O locura de mi parte?
¡Solo sé que no fue un sueño, fantasía, insanidad
Te digo a ti! Fue pura realidad
Escrita por: Plínio Fabrício