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Megáfono

Pobre Tom

Megafone

Com megafone gritaram
Bem vindo ao mundo!
Do outro canto da esquina retrucaram
Nós não queremos não

Porque meu primo nós não vamos aceitar
Essa politica privada
Essa gente alienada não
Nós não queremos ceder
A natureza estragada
Idolatria disfarçada de fé

Lá da vendinha anunciaram
Temos o homem moderno!
Do outro canto da vendinha gritaram
Nós não queremos não

Porque meu primo nós não vamos comer
Dessa ideologia estragada
Ideia furada não
Nós não queremos ser
Como o homem moderno
Que esquece do amor de deus

Alguém da cruz gritou
Enxerguem a graça!
De joelho alguns poucos suplicaram
E agora, meu senhor?

Porque meu deus como pode nos amar
Com a nossa pirraça e teimosia escrachada
Então, que podemos fazer
Quando somos nada
E só pela graça podemos
Viver

Então, os poucos chamaram
Vamos cantar e agradecer assim
Lá raiara Láraia Lá raiara

Megáfono

Con megáfono gritaron
¡Bienvenido al mundo!
Desde el otro rincón de la esquina respondieron
No lo queremos

Porque primo, no vamos a aceptar
Esta política privada
Esta gente alienada no
No vamos a ceder
A la naturaleza dañada
Idolatría disfrazada de fe

Desde la tiendita anunciaron
¡Tenemos al hombre moderno!
Desde el otro rincón de la tiendita gritaron
No lo queremos

Porque primo, no vamos a comer
De esta ideología dañada
Idea desgastada no
No queremos ser
Como el hombre moderno
Que olvida el amor de Dios

Alguien de la cruz gritó
¡Veamos la gracia!
De rodillas algunos suplicaron
¿Y ahora, mi señor?

Porque Dios mío, ¿cómo puede amarnos
Con nuestra terquedad y obstinación evidente?
Entonces, ¿qué podemos hacer
Cuando no somos nada
Y solo por gracia podemos
Vivir?

Entonces, los pocos llamaron
Vamos a cantar y agradecer así
Allá raiara Láraia Lá raiara

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