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El Regreso del Sertanejo

Poente Paz e Rodrigo

A Volta do Sertanejo

Porque voltei amigo eu vou te contar
La na cidade confesso, não fui feliz
Foi tão grande a saudade deste lugar
E de saudade quantas noites não dormir

Em minha mente eu escutava bem cedinho
O cantar dos passarinhos, meu cavalo a
Galopar
O galo indio cantando no terreiro
Meu cachorro companheiro
Latindo pra me acordar

Quantas vezes eu fui até a janela
Na esperança de ver as belezas deste chão
Só enxergava chaminés enfumaçadas
Uma vida agitada, me senti na contra-mão

Por isso eu voltei, amigo eu voltei
Sou sertanejo e aqui é meu lugar
Poeira vermelha, roça, mata e cachoeira
Abri a velha porteira
Amigo voltei pra ficar

Poeira vermelha, roça, mata e cachoeira
Abri a velha porteira
Amigo voltei pra ficar

El Regreso del Sertanejo

Porque volví amigo te voy a contar
Allá en la ciudad confieso, no fui feliz
Fue tan grande la añoranza de este lugar
Y de añoranza cuántas noches no dormí

En mi mente escuchaba bien tempranito
El cantar de los pajaritos, mi caballo a galopar
El gallo indio cantando en el corral
Mi perro compañero
Ladrando para despertarme

Cuántas veces fui hasta la ventana
Con la esperanza de ver las bellezas de este suelo
Sólo veía chimeneas humeantes
Una vida agitada, me sentí en sentido contrario

Por eso volví, amigo volví
Soy sertanejo y aquí es mi lugar
Polvo rojo, campo, selva y cascada
Abrí la vieja tranquera
Amigo volví para quedarme

Polvo rojo, campo, selva y cascada
Abrí la vieja tranquera
Amigo volví para quedarme

Escrita por: Sérgio Filgeira Da Silva