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Fumaça e Espelhos

Poets Of The Fall

Smoke and Mirrors

I danced a tango with my hubris high on youth
We swept across the dance floor to subjective truth

But there was no harmony there
No reason for coexistence
Nothing to span the distance, now

Do we even know who we are
Living like all life is forfeit
Like we can just go redefine it
Regardless what we broke

Who died and made us stars
With our intellectual gambits
Our millionaire flair and our antics
We're like mirrors seen through smoke

I tried a shanty with the fool to find my pace
Anything from puns to jests to intertwine our ways

But there was no loyalty to hope
And funny the need for mercy
How it makes us bleed all mercy, now

Do we even know who we are...

Now the melody's void of sympathy
cos that shit's in byte size bits on YouTube
so tell me what am I supposed to do
When the malady's no remedy
Till we reach the lowest absolute
And necessity will finally force something through what's walling you

Do we even know who we are...

Fumaça e Espelhos

Eu dancei um tango com minha arrogância embriagado de juventude
Nós deslizamos pela pista de dança ao som de uma verdade subjetiva

Mas não havia harmonia ali
Nenhuma razão para a coexistência
Nada para aumentar a distância, agora

Será que sequer sabemos quem somos?
Vivendo como se a vida estivesse perdida
Como se nós pudéssemos simplesmente redefini-la
Independentemente do que nós destruímos

Quem morreu e nos fez estrelas?
Com nosso gambito intelectual
Nosso faro milionário e as nossas palhaçadas
Nós somos como espelhos vistos através da fumaça

Eu tentei uma celeuma com o tolo para encontrar meu ritmo
Qualquer coisa desde trocadilhos até palhaçadas para entrelaçar nossos caminhos

Mas não houve nenhuma lealdade à esperança
E é engraçada, a necessidade por misericórdia
Como ela nos faz sangrar toda a misericórdia agora

Será que sequer sabemos quem somos

Agora a melodia é desprovida de simpatia
Porque essa merda está em pedacinhos do tamanho de bytes no YouTube
Então me diga, o que eu deveria fazer?
Quando a doença não é remédio
Até alcançarmos o absoluto mínimo
E a necessidade finalmente forçará sua passagem através daquilo que está emparedando você

Será que sequer sabemos quem somos

Escrita por: Poets of the Fall