Senzalas
Lágrimas caíram do céu, levando rio abaixo
Esse é o final olhando os cristais
Essa vida prismática, transformando lembrança em fantasma
Encontros derradeiros, frágeis artefatos
Um homem morto, aborto do tempo e um presente momento
Julgar saudade não faz sentido, vamos pra tão longe...
Quanto pensamento, sem empecilho
Farsas e mentiras enganando o destino...
Terraço é frio, quando se está só
Noite de céu limpo e as estrelas...
Tentam consertar, o que foi escrito,
Mas o que foi dito não se apaga mais... Aaaa
Varandas e cômodos, são como senzalas..
Guardando os sonhos e seu domínios...
Senzalas
Lágrimas cayeron del cielo, llevando río abajo
Este es el final mirando los cristales
Esta vida prismática, convirtiendo recuerdo en fantasma
Encuentros finales, frágiles artefactos
Un hombre muerto, aborto del tiempo y un presente momento
Juzgar la nostalgia no tiene sentido, vamos tan lejos...
Cuánto pensamiento, sin obstáculo
Falsedades y mentiras engañando al destino...
El balcón está frío, cuando se está solo
Noche de cielo despejado y las estrellas...
Intentan arreglar lo que fue escrito,
Pero lo dicho ya no se borra... Aaaa
Balcones y habitaciones, son como esclavitudes..
Guardando los sueños y sus dominios...
Escrita por: Gustavo Araujo / Virgina Cruz