395px

Confieso

Poliphone

Confesso

Confesso que eu nunca soube confiar
Tanto cantei te entrego sem me entregar
E quantas noites eu me afoguei em solidão
Mesmo sabendo que você estava lá

Confesso não aprendi a recomeçar
Já tentei me esconder em qualquer lugar
Para ver se essa guerra tinha um fim
Mas o teu amor se entrega até ali
No mais escuro de mim

Deus, vem desbravar meu confuso coração
Já não consigo mais desconstruir os muros
Que toda culpa fez aqui
Deus, vem acender as luzes para eu me guiar
Cansei de ir e vir com a maré
Quero remar em sua direção

Confesso não aprendi a descansar
Os fardos nunca coloquei sobre você
Vivo na luta pelo que eu devo ser
Na esperança de um dia aprender

Confesso eu nunca soube escutar
Qualquer barulho me confunde nesse mar
Barco à deriva, terra tão longe para chegar

Deus, vem desbravar meu confuso coração
Já não consigo mais desconstruir os muros
Que toda culpa fez aqui
Deus, vem acender as luzes para eu me guiar
Cansei de ir e vir com a maré
Quero remar em sua direção

Confieso

Confieso que nunca supe confiar
Tanto canté te entrego sin entregarme
Y cuántas noches me ahogué en soledad
Aunque sabiendo que estabas ahí

Confieso que no aprendí a empezar de nuevo
Ya intenté esconderme en cualquier lugar
Para ver si esta guerra tenía un fin
Pero tu amor se entrega hasta allí
En lo más oscuro de mí

Dios, ven a desbravar mi confuso corazón
Ya no puedo desconstruir los muros
Que toda culpa hizo aquí
Dios, ven a encender las luces para guiarme
Cansado de ir y venir con la marea
Quiero remar en tu dirección

Confieso que no aprendí a descansar
Los fardos nunca los puse sobre ti
Vivo en la lucha por lo que debo ser
Con la esperanza de algún día aprender

Confieso que nunca supe escuchar
Cualquier ruido me confunde en este mar
Barco a la deriva, tierra tan lejos para llegar

Dios, ven a desbravar mi confuso corazón
Ya no puedo desconstruir los muros
Que toda culpa hizo aquí
Dios, ven a encender las luces para guiarme
Cansado de ir y venir con la marea
Quiero remar en tu dirección

Escrita por: poliphone