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Amor y lucha

Porta do Mundo

Amar e Lutar

Em silêncio, me pediram para ficar de pé e falar somente o trivial
Negar o absurdo e achar tudo isso normal
Olhar, sentir, cair
Sim, sim, sim!

Velhas e novas oligarquias dando golpe no Planalto Central
Do sul ao norte, a dominação e a violência tira sangue dos povos indígenas
Da classe trabalhadora, explora
Nega sua história e bebe a sua memória no jornal nacional

Poder aparentemente consolidado
Circulando entre as mãos de dominadores brancos, sujos, atrofiados
Não conhecem o amor

Nossa luta!
E a vitória deles, já tem anúncio de fim
Com as forças da natureza, dos ventos dos céus, de nossos corpos
Bocas e braços serão eles derrotados

Amar e lutar
Jamais temer
Amar e lutar
Para viver

O poder que devora nosso poder
Não apagam as glórias
Do nosso viver

O poder que devora nosso poder
Não apagam as glórias
Do nosso viver

Amar e lutar
Jamais temer
Amar e lutar
Para viver

O direito se esfola pra teu ter sem memória, vencer
Meu eu sofrer, tremer, sobreviver
Como um ter sem ser
Aiê, aiê, aiê

Fico sem voz ao caminhar na esplanada de concreto
Encharcada de óleo de peroba
Penteada a navalha da miséria, engasgada de soberba
A dor que arranca gritos de dia, integra o simples ao complexo
Porta do mundo em música, ritmo e verso
Contra o devorador de verbos

Passo a passo, uma história sem se perder!
Caminhadas, memórias, eu e você

Passo a passo, uma história sem se perder!
Caminhadas, memórias, eu e você

Amar e lutar
Jamais temer
Amar e lutar
Para viver

Amar e lutar
Jamais temer
Amar e lutar
Para viver

Amor y lucha

En silencio, me pidieron que me parara y hablara sólo lo trivial
Niega lo absurdo y encuentra todo normal
Mira, sentir, caer
¡Sí, sí, sí!

Oligarquías viejas y nuevas afrontando en la Meseta Central
De sur a norte, la dominación y la violencia sacan sangre de los pueblos indígenas
Desde la clase obrera, explora
Niega su historia y bebe su memoria en el periódico nacional

Potencia aparentemente consolidada
Circulando entre las manos de dominadores blancos, sucios, atrofiados
No conocen el amor

¡Nuestra lucha!
Y su victoria, hay un anuncio final
Con las fuerzas de la naturaleza, los vientos de los cielos, de nuestros cuerpos
Bocas y brazos serán derrotados

Amor y lucha
Nunca temas
Amor y lucha
Para vivir

El poder que devora nuestro poder
No borran las glorias
De nuestra vida

El poder que devora nuestro poder
No borran las glorias
De nuestra vida

Amor y lucha
Nunca temas
Amor y lucha
Para vivir

El derecho está desollado para que no tenga memoria, para ganar
Mi sufro, tiemblo, sobrevivo
Como tener sin ser
Oye, oye, oye, oye, oye

No tengo voz cuando camino por la terraza de hormigón
Empapado en aceite de peroba
Peinó la navaja de la miseria, ahogándose de orgullo
El dolor que arranca grita en el día, integra lo simple en el complejo
Puerta del mundo en la música, el ritmo y el verso
Contra el devorador verbo

Paso a paso, una historia sin perderse!
Senderismo, recuerdos, tú y yo

Paso a paso, una historia sin perderse!
Senderismo, recuerdos, tú y yo

Amor y lucha
Nunca temas
Amor y lucha
Para vivir

Amor y lucha
Nunca temas
Amor y lucha
Para vivir

Escrita por: Filipe Braga / Rafa Energia / Stênio Neves