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Oasis

Potyguara Bardo

Oásis

Agora vai em pleno deserto
A tempestade de areia lhe trouxe pra mais perto
Agora vem a mim semelhante
Também jovem nesse jogo, mas já tão bem amante

Agora V-DC, já deu certo!
Pois já desejei a um gênio e cruzei o dedo aberto
Agora vai ter festa na floresta!
Mais de um milhão de bardos juntos pra essa seresta

Lhe ofereço algo pra beber
Cê bebe tudo sem uma gota escorrer
Se sonhei ou se eu tô sonhando
Eu não sei só sei que tô gostando

E o coração sambando ao palpitar
Nós valsando ao som daquela da Vittar
Me toquei que tava alucinando
Um oásis com a gente lá morando

Mas eu sei que você não me quer
Me afobei quando meu beijo retribuiu
Não faz mal, benzinho não vou lhe incomodar
Mil e uma rejeições já precisei encarar

Mas eu sei que você não me quer
Me afobei quando meu beijo retribuiu
Outro igual, desculpe, não vai encontrar
No varal do oásis eu estendo amor para dar

Parada paparadara parara paparadara
Paparadara paparadara paparadara

Agora vai! Agora já passou
Eu fiquei meio areada, é que a rede balançou
Agora chega desse mal agouro
Eu não sou mais um bezerro e lustro bem os meus touros

Agora vai! Minha letra mudou
Mamma mia, kakaramba! Eu quero um flop novo
Agora vou ouvir o meu coração
Quiçá dessa batida saia um outro refrão

Lhe ofereci água pra beber
Fez cara feia e se danou a correr
Se sonhei, eu ouvi quando acordando
No deserto o seu nome ecoando

Cê tem noção que consegue me afetar
Mais do que a situação da política brasileira?
Me passei, tô sempre alucinando
Vou fugir e ser um monge tibetano

Pois eu sei que você não me quer
Me afobei quando o meu beijo retribuiu
Não faz mal, benzinho não vou lhe incomodar
Mil e uma rejeições já precisei encarar

Tudo bem que você não me quer por aqui
Me afobei quando o meu beijo retribuiu
Não faz mal, benzinho não vou lhe incomodar
O ideal é aprender a me preservar

Pois eu sei por mim devo ter mais respeito
Já notei, a minha saúde vale mais que um beijo
Outro igual, desculpe não vai encontrar
No varal do deserto eu ainda estendo amor para dar

Parada paparadara parada paparadara
Paparadara paparadara paparadara
Paradaaa
Paradaaa
Parada paparadara paradise
Parada paparadara

Oasis

Ahora ve en medio del desierto
La tormenta de arena te acercó
Ahora me viene parecido
También joven en este juego, pero ya tan bien amante

¡Ahora V-DC, funcionó!
Porque le pedí un deseo a un genio y crucé un dedo abierto
¡Ahora habrá una fiesta en el bosque!
Más de un millón de bardos juntos para esta serenata

te ofrezco algo de beber
Te lo bebes todo sin correr una gota
Si soñé o si estoy soñando
no se, solo se que me gusta

Y el corazón sambando al palpitar
Nosotros bailando el vals al son de Vittar
me di cuenta que estaba alucinando
Un oasis con nosotros viviendo allí

Pero sé que no me quieres
Me puse nervioso cuando mi beso volvió
No importa, bebé, no te molestaré
Mil y un rechazos que he tenido que enfrentar

Pero sé que no me quieres
Me puse nervioso cuando mi beso volvió
Otro igual, lo siento, no lo encontrarás
En el tendedero del oasis extiendo amor para dar

detener paparadara detener paparadara
paparadara paparadara paparadara

¡Ahora va! Ahora se acabó
Me lijé un poco, es que la red tembló
Ahora basta de este mal presagio
Ya no soy ternero y lustro bien mis toros

¡Ahora va! Mi letra cambió
¡Madre mía, kakaramba! quiero un nuevo flop
Ahora escucharé a mi corazón
Quizá de este beat salga otro coro

le ofrecí agua para beber
Hizo una mueca y salió corriendo
Si soñé, escuché al despertar
En el desierto resuena tu nombre

¿Tienes alguna idea de que me puedes afectar?
¿Más que el estado de la política brasileña?
Me asusté, siempre estoy alucinando
Huiré y seré un monje tibetano

Porque sé que no me quieres
Me puse nervioso cuando mi beso volvió
No importa, bebé, no te molestaré
Mil y un rechazos que he tenido que enfrentar

Está bien que no me quieras cerca
Me puse nervioso cuando mi beso volvió
No importa, bebé, no te molestaré
Lo ideal es aprender a preservarme

Porque sé por mí mismo que debo tener más respeto
Ya me di cuenta, mi salud vale más que un beso
Otro igual, lo siento no lo vas a encontrar
En el tendedero del desierto aún extiendo amor para dar

Parada de Paparadara Parada de Paparadara
paparadara paparadara paparadara
detener
detener
Parada Paparadara Paraíso
desfile de mimos

Escrita por: Potyguara Bardo / Dante Augusto / Mateus Tinoco / José Aquilino