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Frío

Pretty Pain

Frio

O arrepio que vem do frio
Da calafrio e apatia
O gelo insosso fraudado calmo
Vem nos insensibilizar

E vem ficar, até́ cessar
O seu brilhar, e sem sangrar
Você vai chorar, seu limiar
E vai acordar, deste sonho meu
Como se nada aconteceu
Realidade não se encontra
Não sei o que fazer

O dia é noite a noite é fria
O frio é triste, tristeza não sai
Quero me ver, cadê̂ o meu eu
Eu não sei mais quem sou

Não sei se vai, se vem, se vou
Se é o frio, ou quem eu sou
Não sei se é real, ou surreal
Não sou igual
Mas quero uma vida de ilusão
Toda ilusão tem de cessar
Tende a cegar, mas tem que se findar

A realidade não perdoa não (não, não, não, não)
A realidade não perdoa não (não, não, não, não)
A realidade não perdoa não (não, não, não, não)
A realidade não perdoa não (não, não, não, não)

Frío

El escalofrío que viene del frío
Da escalofríos y apatía
El hielo insípido calmado falsamente
Viene a insensibilizarnos

Y se queda, hasta cesar
Su brillo, y sin sangrar
Vas a llorar, en tu límite
Y despertar, de este sueño mío
Como si nada hubiera pasado
La realidad no se encuentra
No sé qué hacer

El día es noche, la noche es fría
El frío es triste, la tristeza no se va
Quiero encontrarme, ¿dónde está mi yo?
Ya no sé quién soy

No sé si va, si viene, si voy
Si es el frío, o quién soy yo
No sé si es real, o surreal
No soy igual
Pero quiero una vida de ilusión
Toda ilusión debe cesar
Tiene a cegar, pero tiene que terminar

La realidad no perdona, no (no, no, no, no)
La realidad no perdona, no (no, no, no, no)
La realidad no perdona, no (no, no, no, no)
La realidad no perdona, no (no, no, no, no)

Escrita por: Tico Souza