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Cadenas

Pride 13

Algemas

Deixa esse mundo te levar
Respire fundo e não deixe se afogar
Se de repente, tudo isso, nunca aconteceu
Esse é o mundo em que você cresceu
Que falaram para você
Te ensinaram a acreditar

Se libertar das algemas que te impedem de sonhar
Não vou aceitar
Por favor me de uma chance para pensar

Se seu castelo nunca existiu é feito com nada que alguém construiu
Quem foi que construiu?
Sem esses valores você vai se perder
É melhor aceitar do que tentar compreender
Foi o que sempre foi falado a você
Te ensinaram a acreditar

Se libertar das algemas que te impedem de sonhar
Não vou aceitar
Por favor me de uma chance para pensar
Se libertar das algemas que te impedem de sonhar
Não vou aceitar
Por favor me de uma chance para pensar

Se é isso que quero para mim
Se existe outro caminho a seguir
Porque eu vou querer me arriscar

Se libertar das algemas que te impedem de sonhar
Não vou aceitar
Por favor me de uma chance para pensar

Deixa esse mundo te levar
Respire fundo e não deixe se afogar

Cadenas

Deja que este mundo te lleve
Respira profundo y no dejes que te ahogues
Si de repente, todo esto, nunca sucedió
Este es el mundo en el que creciste
Que te dijeron
Te enseñaron a creer

Liberarte de las cadenas que te impiden soñar
No lo voy a aceptar
Por favor, dame una oportunidad para pensar

Si tu castillo nunca existió, está hecho de nada que alguien construyó
¿Quién lo construyó?
Sin esos valores te perderás
Es mejor aceptar que intentar comprender
Fue lo que siempre te dijeron
Te enseñaron a creer

Liberarte de las cadenas que te impiden soñar
No lo voy a aceptar
Por favor, dame una oportunidad para pensar
Liberarte de las cadenas que te impiden soñar
No lo voy a aceptar
Por favor, dame una oportunidad para pensar

Si esto es lo que quiero para mí
Si hay otro camino a seguir
¿Por qué querría arriesgarme?

Liberarte de las cadenas que te impiden soñar
No lo voy a aceptar
Por favor, dame una oportunidad para pensar

Deja que este mundo te lleve
Respira profundo y no dejes que te ahogues

Escrita por: Fúlvio Bonelá