Absinto (part. Rilson Dantas)
Você que sempre perdoou mentiras
Você que sempre roubou palavras
Passou por todas velhas estradas
Perdeu os dias, ganhou as noites
Azul como o céu
Eu te sinto
Um absinto
Amargo como fel
Suave veneno
Eu te suplico
Liberte meus instintos
Você que sempre perdoou mentiras
Você que sempre roubou palavras
Passou por todas velhas estradas
Perdeu os dias, ganhou as noites
Azul como o céu
Eu te sinto
Um absinto
Amargo como fel
Suave veneno
Eu te suplico
Liberte meus instintos
Entre orgias e vinhos caros
Abriu-se portas e palácios
Em poucas horas o dia nasce
Morrem segredos, nascem vampiros
Como uma chama que não vai queimar, como é triste o seu olhar
Você é como um absinto e eu me perdi nos seus desejos
Absinto (part. Rilson Dantas)
Tú que siempre perdonaste mentiras
Tú que siempre robaste palabras
Recorriste todos los viejos caminos
Perdiste los días, ganaste las noches
Azul como el cielo
Te siento
Un absinto
Amargo como hiel
Suave veneno
Te suplico
Libera mis instintos
Tú que siempre perdonaste mentiras
Tú que siempre robaste palabras
Recorriste todos los viejos caminos
Perdiste los días, ganaste las noches
Azul como el cielo
Te siento
Un absinto
Amargo como hiel
Suave veneno
Te suplico
Libera mis instintos
Entre orgías y vinos caros
Se abrieron puertas y palacios
En pocas horas amanece el día
Mueren secretos, nacen vampiros
Como una llama que no va a quemar, qué triste es tu mirar
Tú eres como un absinto y me perdí en tus deseos
Escrita por: Sérgio Caldas